CLIQUE AQUI PARA ASSINAR O FEED DO BOOMBUST E MANTER-SE ATUALIZADO SOBRE NOVOS ARTIGOS DO BLOG - ASSINE JÁ!
Powered by MaxBlogPress 
20 maio, 2007 por Wagner Fontoura

1ªSérie “Vida Inteligente na Blogosfera”
Artigo I, por Octavio Pitaluga*

“Fazer networking online é conectar-se com pessoas conhecidas (ou ainda não) e expandir sua rede de contatos a nível social e/ou profissional através das diversas ferramentas de networking online existentes no mercado. Elas são organizadas em seis diferentes categorias que se complementam, sendo que nenhuma delas é suficientemente completa, a saber: (1) fóruns de debate, ex. Yahoo Groups, (2) comunidades sociais ex. Orkut, (3) diretórios de negócios, ex. LinkedIn, (4) comunidades de negócios, ex. TEN – Top Executives Net, (5) gerenciadores de contato, ex. Plaxo e (6) comunicadores ex. Skype, MSN Messenger e GTalk.

 

O princípio básico é que todos os recursos necessários para o alcance das metas residem dentro da rede de negócios. Os profissionais devem desenvolver uma cultura de networking nos seus negócios e a criar uma parceria ganha-ganha com suas respectivas redes. Acreditamos que essa abordagem resulta em ganhos de longo prazo e numa relação custo/benefício bastante positiva.

 

As principais oportunidades oferecidas pelo networking online são a velocidade e facilidade de acesso a pessoas, recursos, conhecimentos e experiências diversas ao nível local ou internacional. Estando disponível 24 horas por dia a um custo mínimo. Com o barateamento da tecnologia e um melhor entendimento do poder das redes de negócios, um número cada vez maior de pessoas se beneficiará. Entretanto, como em qualquer atividade, a confiabilidade entre os membros é primordial para a integridade do sistema. Para tanto, podemos buscar referências dentro da própria rede quando iniciando uma comunicação com um profissional desconhecido até aquele momento.

 

Todos os recursos necessários ao sucesso encontram-se nas redes. O Networker deve refinar a sua proposta de valor e comunicá-la de forma clara, objetiva e transparente nas principais plataformas de sua preferência. Esse é um processo de aprendizado contínuo e que precisa ser amadurecido na medida em que a rede experimenta e testemunha essa proposta de valor através do tempo. O profissional precisa desenvolver uma metodologia própria de ativar e adquirir o saudável hábito de expandir a sua rede na busca pelos recursos que lhe permitam atingir as suas metas de forma planejada.

O mundo corporativo em geral é cercado por diversas redes de negócios, e.g, clientes, fornecedores, aliados, governo, mundo acadêmico etc… O networking online permite que se alcance as pessoas e se desenvolva um contato inicial rapidamente que pode levar a uma parceria positiva. Normalmente, isso é feito de forma passiva visto que as grandes corporações são muito assediadas pelos demais atores. Com uma gestão efetiva de redes de negócios, os executivos desenvolvem suas habilidades como networkers e passam gerir suas respectivas redes na busca pelos recursos que permitam a empresa alcançar suas metas corporativas mais ambiciosas num menor espaço de tempo e com menos desperdício de capital.

 

O networker online iniciante deve ler artigos relativos a esse tema, escolher suas ferramentas de networking online, convidar seus amigos e conhecidos a se conectarem, apresentar uma clara e única proposta de valor a comunidade virtual e liderar servindo a sua rede de contatos.

 

Uma conexão online é inofensiva e pode ser quebrada em qualquer plataforma a qualquer momento. Entretanto, é sempre recomendável manter uma certa reserva com sua vida pessoal. Vale verificar as referências previamente das pessoas que se aproximam, principalmente, quando o contato caminha para o mundo real. Para tal, defina seus critérios e tenha uma forma de avaliação própria para cada oportunidade.

 

O mapa da mina é bem simples. Uma vez feito o contato via diretório ou comunidade online, podemos rapidamente evoluir para um contato telefônico ou mesmo via diversos comunicadores disponíveis, e.g., IMs em geral além de Skype e Google Talk. Em seguida, é imperativo desenvolver a confiança no mundo real. Para tanto, os eventos de networking corporativo podem funcionar como excelentes aceleradores. Todos merecem uma chance justa de apresentar sua proposta de valor.

 

As comunidades online são essencialmente ferramentas desenvolvidas na web. Seu valor é dado por um controle do seu conteúdo, que é feito por algumas delas, mas, infelizmente, não por todas. Em essência, o que vale é o valor humano que cada um decide apresentar no mundo virtual. E essa é uma escolha de cada de um de nós. O máximo que as comunidades podem fazer é banir aqueles que não seguem o seu código de ética.

 

Como um dos exemplos de sucesso das ferramentas de networking online Vários. Exemplifico a compra do Skype pelo E-Bay no ano passado pela “modesta quantia” de três bilhões de dólares justamente por que cada um dos seus 20 milhões de usuários fiéis e diários foram avaliados em USD 150/cada. Portanto, as comunidades criam um senso de fidelidade à marca e já estão sendo levadas em consideração na avaliação de empresas. A pergunta que cada CEO deve ser fazer é “quanto vale a minha comunidade e quão próximo estou da mesma?”

Acredito que estejamos ainda na infância do networking online. O mundo possui cerca de 6.5 bilhões de habitantes e o LinkedIn que é o maior diretório (não comunidade) de negócios online conta com cerca apenas 10 milhões de executivos sendo 300.000 Brasileiros. Acredito que o potencial de alcance das ferramentas corporativas seja ao redor de 650 milhões de executivos. O mundo corporativo ainda deve aprender a usar dessas ferramentas para criar o sentido de comunidade ao redor de sua marca e manter uma seqüência de contatos em ambos mundos, virtual e real.

 

O principal fator a ser superado no Brasil é a falta de confiança. Infelizmente, ao contrário do que acontece em economias mais ricas, no Brasil, as pessoas não confiam umas nas outras por definição. Precisamos quebrar esse paradigma cultural com transparência e atitudes diferenciadas de valor. Não existe como se esconder no mundo do networking online e as ferramentas podem ajudar nesse sentido. Se sua proposta for verdadeira e nobre, a rede se encarregará de enriquece-lo naturalmente. Do contrário, casos como os da Enron acontecerão independentemente do tamanho da organização.

 

Acredito que existirá uma consolidação entre os principais atores, surgimento de novas funcionalidades nas ferramentas atuais, uma maior adesão dos profissionais as mesmas e a inclusão do conceito de comunidades online e da presença do CNO – Chief Networking Officer no mapa das corporações modernas que se desenvolverão dentro do modelo de empresas ágeis, virtuais e organizadas numa rede confiável.”

Octavio Pitaluga
TEN - Top Executives Net / Net-bridges

CNO - Chief Networking Officer

tel: + 55 (21) 2235-8721
cel: + 55 (21) 8121-2770

(*) Octavio Pitaluga é coach internacional de negócios certificado, palestrante, treinador e colunista. Tem relevante presença no mundo de plataformas de networking online com elevado número de contatos e testemunhos no Brasil e no exterior. É o gestor da TEN Top Executives Net, comunidade confiável de negócios online focada em fazer a ponte e acelerar oportunidades entre o Brasil/América Latina e a comunidade internacional. No mundo corporativo teve passagens pelo Grupo Tele2 Europe como Diretor de Marketing e Vendas Europa da subsidiária de processamento de transação eletrônica, 3C Communications, responsável por operações em até 17 paí­­ses e quatro unidades de negócios na Europa Ocidental. Trabalhou também na Seara Alimentos (Grupo Cargill) e Kanematsu do Brasil. Possui MBA pela RSM Erasmus University, Holanda e especialização em Comércio Exterior pela UFRJ/ECEX. Possui formação acadêmica e experiência profissional em comércio exterior e em marketing de tecnologia com exposição internacional de negócios em mais de 25 países. Idiomas: Português, Inglês, Espanhol e Japonês (intermediário). Lazer: amigos, famí­lia, viagens, cavalos, questões multi-culturais, cinema, dança, música e atividades ao ar livre em geral.


Popularity: 2% [?]


17 maio, 2007 por Wagner Fontoura


Segundo Richard Dawkins (O Gene Egoísta), um meme “é uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada”.

Pois muito bem… o BOOMBUST decidiu convidar alguns amigos, parceiros e empreendedores de referência em suas áreas - inclusive e principalmente aqui na blogosfera - para desenvolverem “memes” de paradigmas como monetização da web, o papel das redes de relacionamento social, empreendedorismo viral, intraempreendedorismo, gestão do capital pelo empreendedor e outros.A idéia é questionar alguns conceitos e modelos vigentes na net sob o ponto de vista do empreendedorismo e do capital, ratificando-os ou propondo a discussão de alternativas que se prestem a desatar alguns nós da economia virtual.

Estejam certos de que seremos brindados e desafiados a rever alguns dos nossos conceitos mais enraizados…

Já a partir do próximo post iniciaremos então a
1ª Série “Vida Inteligente na Blogosfera”
.

Popularity: 2% [?]


15 maio, 2007 por Wagner Fontoura

Duas matérias da Revista Veja dessa semana me chamaram especial atenção pelos reflexos que terão no médio e longo prazo na nossa sociedade.A primeira delas, assinada pela Monica Weinberg e pelo Carlos Rydlewski, falando sobre como a tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa para facilitar o aprendizado - embora não pelas razões que muita gente acredita.

A segunda, do Rafael Corrêa, mostrando como a versão doméstica das impressoras 3D que fabricam objetos saltará da ficção científica para as nossas mesas de trabalho.

Ambas com potencial revolucionário!

Há pouco mais de 2 anos atrás, enquanto ainda começava a pesquisar mercados para o Projeto Boombust e ainda pensava em gerar conteúdo próprio para os cursos de empreendedorismo que desenvolveríamos, o que nos levou a abandonar esse formato (o de gerar conteúdo próprio) foi exatamente a rápida percepção de que qualquer que fosse o teor desses conteúdos, no dia seguinte eles já estariam obsoletos, dada a velocidade com que as tecnologias e a ciência vinham se reinventando a todo momento.

Também entendemos já naquela época que os modelos de cursos tradicionais (como os cursinhos de informática ou de idiomas) estariam rapidamente ultrapassados, atropelados pela tecnologia, por conceitos de escola virtual, interativa, colaborativa, etc. ..

As promessas de então (e estamos falando de apenas míseros 2 anos atrás!) eram, sobretudo:

  • A multifuncionalidade dos celulares
  • O escancaramento da intimidade das pessoas com o advento dos blogs
  • A nanotecnologia prometendo revolucionar as ciências e os meios de produção tecnológicos
  • O aumento significativo da expectativa de vida e o conseqüente envelhecimento da população
  • A guerra contra as doenças com medicamentos e tratamentos revolucionários
  • A tendência de surgimento de mega centros metropolitanos
  • Os avanços da medicina estética
  • O fim da era dos empregos estáveis
  • O surgimento da escola virtual, com base na popularização das tecnologias
  • O foco da educação com base na formação de empreendedores de negócios em todas as áreas
  • Música e TV disponibilizadas na rede
  • A confirmação da China como potência mundial e a aceleração dos processos de desenvolvimento do Brasil
  • As guerras anunciadas pela água e por combustíveis alternativos

E aí você já deve estar se perguntando: onde é que está a novidade? Tudo isso já é velho - certo? Sim. Hoje. No final de 2004, início de 2005 muitos desses assuntos pareciam uma “viagem” ainda futurista!Máquinas pessoais de fabricar coisas como as anunciadas pela Veja?! Como assim? Fala sério!

Viver 100 anos naturalmente? 120?! Piração! Juro que ouvi várias vezes de pessoas moderninhas que isso era papo de lunático. “A escola não vai acabar não. Nem o emprego.” diziam sem entender nem enxergar bem aonde chegaríamos.

Hoje, lanchando com meu filho mais velho, que na época me ajudou muito nas pesquisas e na concepção do modelo de negócio que desenvolveríamos nos 2 anos seguintes, demos boas risadas juntos ao lembrarmos da cara de algumas pessoas dois anos atrás quando falávamos de coisas como “a maquininha de produzir diversas outras coisas em casa”.

Escutem bem e prestem bastante atenção: Nossos netos (e dependendo da sua geração, seus filhos ou ainda nós mesmos) não estudarão em escolas como as que conhecemos hoje. Seu conteúdo se originará em bancos de dados que se renovam segundo a segundo com informações e conteúdo global; nossas escolas não terão bancos, nem lousas, nem professores; nossos alunos não usarão caneta e papel; nossos diplomas terão, muitas vezes, o formato de contratos sociais; nossa escola será do tamanho do mundo! Nossos alunos terão de 10 a 100 anos e estarão lado a lado aprendendo, ensinando, empreendendo e crescendo juntos. Nosso universo não tem limites.

Tudo bem, o papel não acabou com a invenção do computador; nem as bibliotecas, nem as gravadoras, nem as vídeo-locadoras, nem muitas outras coisas. Provavelmente a escola convencional também não acabará. Mas terá seu papel relegado a uma dimensão menor, ou no mínimo diferente…

E quando isso acontecer, não seremos chamados de loucos, porque o nome disso é inovação, e não loucura. Não será nem mesmo uma revolução, mas uma evolução natural, plenamente factível e previsível. Hoje já não parece tão difícil entender - tenho certeza de que tudo já parece mais simples, comum.

:)

Popularity: 2% [?]


14 maio, 2007 por Wagner Fontoura

Esta semana estarei bastante envolvido com o processo de Start-up do Projeto Boombust e por este motivo talvez me veja forçado a diminuir um pouco minha atividade aqui no blog.

Em compensação, terei notícias frescas e boas novidades nos próximos dias… à medida que for evoluindo, vou dando sinais de vida :)

Popularity: 2% [?]


11 maio, 2007 por Wagner Fontoura

O Via6, numa atitude “corajosa”, decidiu ceder à pressão de boa parte dos seus usuários (e de outros, nem tão usuários assim) e, depois de uma semana de polêmica em torno do tema, aboliu o frame do Rec6. Ainda assim, numa tentativa de agradar a gregos e troianos, e coerente com a defesa que já havia feito dos seus próprios argumentos quanto à utilidade do tal frame, manteve a possibilidade de exibi-lo quem assim o quiser. Concordo que é mais inteligente convencer aos usuários mais flexíveis a tomarem pra si a iniciativa de manterem a funcionalidade sempre que desejarem. Afinal de contas, “o cliente” tem ou não tem sempre razão?

Popularity: 3% [?]


Fechar
Envie por e-mail