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19 June, 2008 por Wagner Fontoura

O Manifesto da Revolução Digital

“Eu sou guerrilheiro dessa revolução, e você?”

Se você não sabe a que revolução estou me referindo, antes de seguir aqui com a leitura, leia o que tem a dizer o Marco Gomes (foto), autor do manifesto que dá título a este post: Eu faço parte da revolução.

O Marco é a cara da revolução digital em marcha no Brasil e no mundo. Mas não é a única cara - antes que apareça algum engraçadinho querendo rotular o movimento provocado pela nova cultura digital de “A Revolução Geek”.

As mídias sociais estão modificando a cara da comunicação em todo o mundo e o Brasil exerce um relevante papel de protagonista nessa história.

Não temos ainda, como podem reclamar, a mesma cultura empreendedora norte americana, nem a mesma fixação que os japoneses têm por novas tecnologias, nem nossa internet representa para a publicidade o que já representa em países com a Inglaterra, mas concentramos o maior uso de redes sociais em relação ao restante do mundo.

Segundo o Ibope NetRatings, “em abril de 2008, 17,7 milhões de brasileiros navegavam em sites de comunidades na internet residencial brasileira, o que equivale a 78,2% dos internautas ativos no mês”. Onde se lê comunidades, entenda-se sites como o Orkut, o My Space, blogs, microblogs, salas de bate-papo, fóruns, grupos de discussão, mundos virtuais e coisas do gênero.

Acabo de chegar de um encontro com ícones das mídias sociais, promovido pelo Ibope na sua sede em São Paulo, onde foi apresentada por Alexandre Crivellaro - Diretor de Inovação do Ibope Media - e por seus pares, sua mais nova ferramenta de pesquisa e avaliação, chamada Redes Sociais, através da qual pretendem monitorar a reputação de marcas e produtos nas diversas mídias sociais. Diversos números foram apresentados na intenção de justificar o porquê de o Ibope entender que já não há mais como ignorar o fato de que uma verdadeira revolução comportamental se passa e que é preciso que dominemos o modus operandi do novo consumidor web Surfer.

Algumas agências de publicidade já desenvolveram ferramentas próprias e até mais completas nesse sentido, focadas no comportamento dos usuários da web, como o Radar, oferecido pela Riot aos seus clientes. Mas o Ibope fazê-lo e oferecer como produto é algo sintomático, sinal dos tempos. O grande desafio dos novos players nessa seara deverá ser vencer esse estágio ainda intuitivo para a maioria. Poucos já descobriram o caminho das pedras.

Zemanta Pixie

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6 June, 2008 por Wagner Fontoura

A boa e velha São Paulo das Oportunidades

Semana de eventos legais relacionados às mídias sociais, em SP, essa que termina hoje. Foi Gafanhoto Web Innovation, lançamento concorrido do livro Internet: o encontro de 2 mundos, na Fnac, visita do amigo Knutz do Uêba pra apresentar produto novo (quem vai dizer que visita de amigos não é um evento?).

Não é sem razão que SP se tornou esse ano um pólo de atração de blogueiros e profissionais ligados a mídias sociais. Aqui as coisas têm acontecido aos baldes e numa velocidade, finalmente, quase vertiginosa (também) no que diz respeito à verdadeira revolução nas comunicações provocada pela mudança pela qual estamos passando no formato da comunicação, no Brasil e no mundo.

No meu caso, que vim recentemente com vistas a criar empreendimentos de negócios relacionados à web, apesar dos riscos calculados, minha decisão já se mostrou acertada. Estou trazendo meu filho mais velho, agora em julho, com quem tocarei a várias mãos mais um desses pequenos (espero que por pouco tempo) empreendimentos.

São paulo, não é de hoje, é berço de oportunidades legais de emprego e de empreendimentos, quem não sabe disso? Ainda essa semana recebi o convite para divulgação aqui no blog do fato da Oi estar chegando em SP e contratando trainees para sua sede administrativa na Capital. Já tinha lido algo sobre seu recrutamento no mural da PUC onde estive ministrando oficinas de blogs para alunos do oitavo preíodo de publicidade. Nesse caso, pelo que entendi, o perfil buscado pela empresa é de pessoas com 23 a 28 anos, recém-formados, cursando pós-graduação e ou MBA, com o foco, preferencialmente, nos cursos de Engenharia(s), Administração, Economia e Comunicação. Empresas inovadoras, ousadas e espirituosas merecem a referência. Está feita. Para quem se interessar pela oportunidade é só candidatar-se clicando aqui. ;)

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22 February, 2008 por Wagner Fontoura

Pausa para sessão pipoca

Acabo de matricular meu primeiro filho numa Universidade! Aí topo com o vídeo abaixo na rede. Minha cabeça, cheia de caraminholas. Bem ao estilo “diário virtual”, resolvi convidar você pra compartilhar a sessão pipoca. Depois me conte sua impressão…

Fico pensando, filho de educadores que sou e, eu mesmo, como pai e gestor de redes sociais, igualmente educador: meu filho mais novo estuda numa das melhores escolas particulares da minha cidade, que é reconhecida nacionalmente como pólo educacional. Ainda assim, é proibido de portar gadgets como celulares, mp3, mp4 ou handhelts nos domínios da escola… e eu nem estou me referindo à escola pública, onde esse abismo entre a tecnologia e as salas de aula é ainda infinitamente maior!

A geração dos “internet boomers” será entendida lá na frente como precursora de um rompimento abrupto com o statu quo. Abrupto! E nós, “educadores” dessa geração, ficaremos a ver navios se não entendermos isso já. Já!

É preciso que nos desarmemos, que baixemos nossa guarda covarde e que adiramos e contribuamos logo com esse presente já posto, se quisermos fazer parte de um futuro do qual nós mesmos não tenhamos nos excluído.

Update: O Cid Andrade publicou uma providencial tradução parcial e livre do vídeo no post “Uma visão dos estudantes contemporâneos“, o que certamente aumenta o alcance da mensagem, e mais detalhes sobre o seu autor. Eis a tradução:

“Se estas paredes (das salas de aula) pudessem falar, o que poderiam dizer? Se estudantes aprendem pela prática, o que eles estão aprendendo nas carteiras escolares? É claro que paredes não podem falar, mas estudantes podem. Eles dizem que suas classes tem, em média, 115 alunos. O nome dos alunos é conhecido por 18% dos professores. São lidos 49% dos documentos propostos aos estudantes, que consideram que apenas 26% deles são relevantes para suas vidas. Centenas de dólares são gastos com livros que não são lidos. São lidos 8 livros por ano, além de 2.300 páginas na web e mais de mil perfis em sites de relacionamento. Eles escrevem 42 páginas de trabalhos por semestre e mais de 500 páginas de mensagens de correio eletrônico. Dormem 7 horas por noite, gastam 1,5 hora vendo TV, 3,5 horas navegando na web, escutam música 2,5 horas por dia, ficam duas horas ao telefone, 3 horas em sala de aula, 2 horas comendo, mais duas trabalhando e três estudando. Isso totaliza 26,5 horas no dia. Isso é possível por eles serem (precisarem ser) “multitarefa”. Após a graduação eles somam vinte mil dólares de dívidas. E consideram-se sortudos, pois mais de 1 bilhão de pessoas ganham menos de um dólar por dia e os notebooks que eles levam às salas de aula custam mais do que muitas pessoas ganham por ano. Quando eles se formarem, provavelmente terão empregos que não existem enquanto estudam. Eles não criaram os problemas, mas estes são problemas deles. Algumas pessoas sugerem que a tecnologia pode nos salvar, outros que a salvação virá somente pela tecnologia. Contudo, nem sempre os notebooks levados às salas de aula são utilizados para atividades de aprendizagem.”

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17 January, 2008 por Helton Kuhnen

About

O Novo Boombust

top-blogs-helton.jpg(by Helton Kuhnen) O Boombust é a versão digitalizada do seu editor, Wagner Fontoura. Nasceu, em abril de 2007, como um blog cujo tema central era o empreendedorismo (de maneira genérica), fechou o seu foco no empreendedorismo na blogosfera a partir de junho daquele mesmo ano e, em janeiro de 2008, ao migrar para o condomínio de blogs do HiTech Live deu uma nova guinada para tornar-se um blog pessoal do seu editor.

O empreendedorismo é um traço forte na personalidade do Wagner Fontoura e, por isso, impossível dissociá-lo do DNA desse blog. Continuará sendo um tema recorrente e forte aqui.

O autor

wagner-about.jpgMineiro, nascido em 1968 (ninguém nasce impune no Brasil num ano como 1968 - rs), Wagner Fontoura é um autodidata. Passou por várias universidades - economia, adminstração, comunicação, desenvolvimento web - nas quais estudou apenas o que quis. Por isso nunca obteve um diploma de bacharel em coisa alguma. Não lhe fez grande falta.

Também por isso, e por vir de uma família de educadores, nunca se conformou com o modelo arcaico de escola vigente no Brasil.

Ao entrar na blogosfera, postando sobre o tema empreendedorismo, nunca perdeu de vista o desejo de criar oportunidades de levá-lo, de alguma forma, à escola. E, por incrível que pareça, blogs lhe pareceram uma ferramenta que permitiria um acesso indireto à educação do povo brasileiro. Afinal as mídias todas se prestam a esse papel - formar e influenciar a cultura de um povo. E blogs eram, então, e ainda são, uma “nova mídia”, a mais acessível no contexto da (de novo) interatividade, da colaboração, da democratização. Ora, era a junção da fome com a vontade de comer!

Mas era preciso que os blogs se tornassem mais fortes pra isso. Daí o fechamento do foco no empreendedorismo na blogosfera. “Primeiro façamos dela um meio mais forte, independente, relevante; depois usemo-lo para os nossos fins” - essa foi a idéia do Wagner no início da sua jornada blogosférica. Pretensioso? É. Típico da personalidade forte do autor do blog.

Empreendendo na blogosfera

Depois de um ano de muito sucesso na sua empreitada - o blog e seu trabalho tiveram projeção suficiente no cenário nacional para fazerem do seu autor um formador de opinião no meio.

Promotor do 1º grande debate nacional online sobre temas dos mais relevantes, o Blogosfera Brasileira em Debate, antecipou a onda provocada no campo offline dos BlogCamps, que pipocaram por todo o Brasil, discutindo os rumos e as oportunidades que se apresentavam para blogs e blogueiros no Brasil.

A indicação do Boombust para os prêmios de

  • Revelação da blogosfera,
  • Melhor contribuição para a blogosfera e
  • Melhor blog sobre blogs

pelo público que nele votou no Best Blogs Brazil, maior prêmio nacional voltado para a blogosfera, veio confirmar que o trabalho havia sido notado pelo seu público alvo.

O ano de 2007 terminou com

  • a associação do Wagner Fontoura à Via6 e a outros 28 blogueiros na criação do portal blog Nossa Via,no qual atua como Editor-chefe,
  • a associação à Ca’bianca Comunicação & Relacionamento em projetos voltados para mídias digitais, no qual atua como Manager Partner e
  • a formação do condomínio HiTech Live Blogs, sob o qual encontra-se o novo Boombust.

Através da participação do seu editor na série de encontros de blogueiros com empresários promovida pela Revista Bites, o Boombust estabeleceu relacionamentos importantes com representantes de outras mídias já tradicionais e com empresas de diversos setores, interessadas no desenvolvimento dos blogs como mídia relevante.

2008 iniciou-se com a seguinte agenda de atividades

1. Pela Ca’bianca

1.1.1. Projetos de Construção das marcas:

HiTech Live Blogs
Boombust
Nossa Via
Dinheirama
Papo de Homem
UnderGoogle
Psicodelia

1.1.2. Gestão de Eventos

Blogosfera Brasileira em Debate
Efigênia vai à escola
Fórum de Mídias Digitais
BlogCamp PR

2. Participação em eventos já confirmados

Campus Party
Startup Camp
BlogCamp Brasil (SP)
Café.com blog

Nada mal para um blog que ainda irá completar em abril o seu 1º ano de atividade na web, não? ;)

por Via6

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15 November, 2007 por Wagner Fontoura

Entrevista de Apresentação da Nossa Via

Na elaboração do material que será enviado pela assessoria de imprensa da Via6 às outras mídias, explicando a essência da Nossa Via - portal blog de conteúdo e de opiniões lançado recentemente pela parceria da Via6 com um grupo de blogueiros a ela associados, a jornalista Samantha Shiraishi realizou comigo um pequena entrevista. Como ainda não tinha falado com mais detalhes sobre o portal depois do seu lançamento aqui no Boombust, decidi publicar o conteúdo dessa entrevista.

Samantha Shiraishi: O Nossa Via é um blog, uma reunião de blogueiros ou um condomínio de blogs?

Wagner Fontoura: O formato do site é de weblog - ou blog - mas ele pode ser escrito por qualquer um - não necessariamente tem que ser blogueiro. O Interney é uma rede de blogs; o MeioBit é um blog temático que reúne vários blogueiros; o Nossa Opinião é uma reunião de blogueiros emitindo opiniões diferentes em torno de temas em comum; o Blog Coaching, como o próprio nome diz, será um coacher de blogs; nós somos um Portal blog de conteúdo e - sobretudo - de opiniões - sobre temas diversos. Iniciativas distintas, com diferentes modelos de negócio, todas em prol da blogosfera brasileira. O Nossa Via será escrito por pessoas comuns (especialistas de formações diversas - não apenas jornalistas, publicitários - embora os tenhamos no grupo), num formato que permite a interação que os portais tradicionais de notícia não permitem: o formato blog. Esse é o nosso principal diferencial. É aí que inovamos.

Mas vários portais (e a mídia tradicional) estão se voltando aos blogs como alternativa, numa tentativa de se atualizar e estar na web 2.0 . Eles não teriam mais credibilidade do que uma reunião de desconhecidos do grande público? Que oferta o nossa via pode fazer que o diferencie da visão opinativa destes grandes como os blogs da Globo, por exemplo? A isenção?

Wagner: Dentre outras coisas sim. Aliado a isso, nós dominamos a ferramenta (os editores e não apenas os autores); e podemos ter tanta credibilidade quanto qualquer outro especialista - porque escrevemos sobre as nossas especialidades. Além disso, temos o propósito de promover ações offline,- nosso outro sponsor, além do Boombust, é a Via6 - porque podemos ser instrumentos para ativação de atividades interativas offline na sua rede de mais de 200.000 associados, e os portais de notícias tradicionais não têm essa atividade.

Mas esta promoção de atividades interativas offline, creio que na área de negócios concretos, será uma das informações que se pretende oferecer ao grande publico como vantagem do Nossa Via?

Wagner: certamente - à medida que as formos promovendo de fato.

De que negócios você fala quando acena com a possibilidade de ações e interatividade offline?

Wagner: Transformando a passividade das nossas redes de relacionamento e comunidades em atividade. Meu primeiro post na Nossa Via anunciava o 1o StartupCamp Brazil Web, um bom exemplo de promoção na qual queremos e vamos atuar, levando oportunidades à nossa rede. O café com blogs é outro ótimo exemplo desse tipo de atividade que pretendemos, mesmo que em menor escala. A partir de então, aberta essa via, nossos próprios usuários sugerirão novas atividades de acordo com interesses individuais e coletivos, e nós teremos criado uma intensa atividade de social networking e de business - não necessariamente apenas de business - a partir do Portal. Vai depender de como seremos capazes de criar esse cenário, nós e o nosso próprio público - porque o processo é interativo - em via dupla.

Como este time de especialistas foi reunido?

Wagner: Como somos um portal nascido com o apoio e patrocínio da Via6 e no meio “blogosfera”, isso foi o primeiro norteador para a seleção dos autores e editores; discutimos isso abertamente junto às comunidades da Via6 para termos a medida do que o nosso público esperava de nós e depois fomos atrás desses valores na blogosfera, nas diversas comunidades da rede e no mercado. Pessoas interessadas em participar também puderam (e ainda podem) se inscrever a partir de página própria da Nossa Via no Boombust. Assim se deu o nosso processo de seleção, dentro da interatividade do meio em que nos inserimos.

Como o apoio e parceria do via6 se firmou?

Wagner: A Via6 sempre apoiou iniciativas dos seus associados ativos e, num certo momento, voltou-se para a geração e veiculação de conteúdo relevante na rede - o que a aproximou muito da blogosfera, que se sentiu acolhida no Rec6. Daí pra decidir patrocinar o projeto da Nossa Via foi um caminho curto. Inicialmente, esse patrocínio consistiu na hospedagem e resgistro de domínio da Nossa Via. E, junto com o Boombust - que também investe em outros projetos dentro da blogosfera - a Via6 é patrocinadora oficial do empreendimento, além de ter aberto a rede para nossa interação, destacando, inclusive, um representante seu - o Allan Panossian - para ser o elo de ligação entre o Portal e a Rede. Também nos oferece assessorias jurídica, de marketing e de imprensa.

E
ntão a pessoa jurídica por trás do Nossa Via é o via6?

Não. A Via6 não tem nenhuma participação jurídica na Nossa Via. Ela é, junto com o boombust, a patrocinadora oficial e eu sou seu Editor-chefe, a quem um “Conselho” responde diretamente.
O Conselho é formado por:

1. Cynara Peixoto - Assessoria de Criação

2. Gabriel Tonobohn - Assessoria de Negócios

3. Guilherme Valadares - Assessoria de Edição e Marketing

4. Conrado Navarro - Assessoria Financeira

5. Allan Panossian - Assessoria de Relações com a Rede Via6

Renato Shirakashi e Diego Monteiro respondem em última instância pela Via6 e eu pela Nossa Via.

Como você descreveria o Modelo de Negócio da Nossa Via de forma simples e objetiva?

Wagner: Somos um portal remunerado pelos serviços online que ofereceremos e pelas atividades offline que promoveremos em parceria entre a Via6, nossos autores, editores e usuários. Os recursos auferidos pelo portal são distribuídos entre os nossos integrantes, seguindo um padrão de remuneração pré-determinado por nós e aceito por eles de forma contratual.

O conteúdo do portal passa por algum tipo de reedição ou os autores são livres para publicarem o que quiserem, como bem entenderem?

Wagner: Essa é outra característica blogger que mantivemos. Outro importante diferencial. Nossos autores tem ampla, total e irrestrita liberdade de publicarem o que bem entenderem, sem passar por qualquer tipo de edição no sentido de alterar conteúdos. Nem mesmo precisam se sentir presos a categorias específicas - ou seja, se normalmente alguém escreve sobre tecnologia e num determinado momento deseja se posicionar sobre outro tema qualquer, é livre. Apenas os padrões de formatação de textos para publicação são editados. Liberdade total, preservando-se os limites da ética e da legalidade - nenhum outro. Em breve teremos colunas específicas, estas mais fixas e personalizadas.

E o Via Aberta, como vai funcionar?

Wagner:
Quanto à Via aberta, não é muito diferente dos canais de veiculação de conteúdo dos usuários mantidos por alguns portais de notícia como a IG, por ex (Minha Notícia). Só que em vez de veicularmos notícias, veicularemos conteúdos compatíveis com o nosso perfil (mais opinativo). Ainda não trabalhamos a divulgação desse canal mas vamos fazê-lo melhor, confesso que de propósito - porque não ainda não criamos uma estrutura ótima de seleção e edição desses materiais. Só no 1º dia 20 artigos foram recebidos para avaliação e pretendo publicar pelo menos 1 artigo selecionado por dia.

Quantos colunistas fixos compõe a equipe?

Wagner: Somos 21 colunistas fixos até agora - esse número deve aumentar nos próximos dias até chegarmos em 35 - número que consideramos ideal para o número de categorias e de artigos que pretendemos publicar diariamente. São eles:

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