CLIQUE AQUI PARA ASSINAR O FEED DO BOOMBUST E MANTER-SE ATUALIZADO SOBRE NOVOS ARTIGOS DO BLOG - ASSINE JÁ!
Powered by MaxBlogPress 
8 julho, 2007 por Helton Kuhnen

Disco

Recentemente uma fabricante desconhecida de discos ópticos de alta capacidade anunciou no mercado a fabricação de um disco óptico com capacidade de 1TB, chamado 2 Photon 3D Disk.

 

Para alcançar esta capacidade, os discos são submetidos à um processo de gravação tridimensional (atualmentes os discos são gravados de forma bidimensional); o sistema faz com que o disco tenha uma camada central, tendo mais espaço para alocar os dados. O disco mede em torno de 5 polegadas e pode armazenar atualmente até 1 Terabyte de dados, aproximadamente 20 vezes mais que os atuais discos Blu-Ray suportam.

 

Além da vantagem óbvia no aumento da capacidade, os 2 Photon Disks podem ser fabricados medindo 1 polegada e 50GB de espaço! Imagine seu novo celular com essa quantidade de memória interna! O processo - segundo a empresa - é relativamente fácil de ser implantado, uma vez que as linhas de produção dos atuais discos poderiam ser mantidas.

 

O fabricante informa ainda que seus novos discos estão prontos para serem fabricados em massa e que irão lançar uma versão final do produto em alguns meses e que poderá alcançar mais de 2Tb!

[Fonte]

Popularity: 1% [?]


28 junho, 2007 por Wagner Fontoura

Ok, curiosidade é legal, um pouco de polêmica pode até ter seu lado bom ,mas tá na hora de alinharmos os diversos entendimentos a respeito do que pretende esse tal Projeto Boombust! Vamos lá:

Todos nós estamos cercados por diversas redes - seja no mundo virtual ou no presencial. Nossa família é uma rede, nossa empresa outra (ou várias outras), nossos amigos formam conosco e entre si diversas redes por afinidades, nossa escola idem, e assim por diante. Ponto.

Essas redes trazem em si e para cada um de nós inúmeras oportunidades - grande parte delas nem sempre percebidas e / ou aproveitadas.

No campo virtual, inúmeras são as ferramentas já à nossa disposição para que joguemos o jogo das redes que nele se formam.

Por exemplos:

  1. O Orkut é uma ferramenta de rede social, como também o são o MySpace, ou o YouTube (que também não deixa de ser);
  2. O Yahoo Groups uma outra ferramenta - esta de fórum de debates;
  3. Diretórios de negócios como o LinkedIn também são ferramentas de rede;
  4. Comunidades de Negócios (como a TEN) também se propõem a servir-nos como ferramenta mais específica de rede;
  5. O Plaxo - amado por uns e odiado por outros, ninguém pode negar que seja uma poderosa ferramenta de contatos;
  6. E as mais usadas ferramentas de rede - os Comunicadores Online (leia-se MSN, GTalk, Skype & Cia. Ltda.).

Muitos - mesmo entre os mais antenados entendidos de tecnologias - nem se dão conta de que essas ferramentas não são excludentes entre si - e muito menos deveriam ser. Utilizadas de forma eficaz, elas se complementam perfeitamente e tornam exponenciais as oportunidades de relacionarmo-nos no campo virtual e conduzirmos - não raro - estes relacionamentos para o campo presencial. E ainda, construirmos em torno das nossas imagens as nossas propostas de valor (aquilo que queremos “vender” aos nossos interlocutores), construindo confiança mútua, acelerando parcerias, amizades, negócios, nos promovendo e promovendo nossos mais diversos interesses.

Acompanhou o raciocínio?

Pois bem: O Boombust, que nasceu blog, usará estrategicamente esta mesma ferramenta tão amigável como porta de entrada para outras funcionalidades ou Ferramentas de Rede, algumas próprias, outras não, a saber:

  • Fóruns de debates;
  • Comunidades sociais;
  • Diretório de Negócios;
  • Comunidades de Negócios;
  • Ferramenta de Contatos Online;
  • e Comunicadores

Tudo isso num só lugar, numa só comunidade (ou num só Blog-Comunidade).

A idéia é capacitar seus associados a tirar o maior proveito destas ferramentas de rede, seja nas suas vidas pessoais ou (e sobretudo) no campo profissional. O empreendimento de planos de negócios e projetos pessoais será amplamente estimulado e haverá a disponibilização gradual de recursos como alavancagem e fomento de capital empreendedor, treinamentos presenciais e online, coaching, dentre outras, - a partir exatamente das parcerias que se pretende formar com os próprios associados (ou não) e desenvolver no âmbito do próprio blog-comunidade (ou fora dele - por que não?).

Sem firulas; sem pretender reinventar a roda, nem lançar neste momento ferramentas inovadoras (…) - o que tende até a acontecer como conseqüência natural das atividades de seus empreendedores e de seus associados - alguns dos quais, convidados (como os nossos agora ilustres beta-testers), e muitos dos quais, atuantes nos diversos segmentos tecnológicos.

Networking online, com o foco na formação de redes de naturezas diversas, mas sobretudo, criando potenciais empreendedores e colaboradores dentro da comunidade como um todo. Isso resume bem a coisa? Tá bom pra você dito assim?

Como numa sociedade, os diversos perfis de pessoas chamadas a integrar esta comunidade tendem a se complementar, criar sinergias e acelerar eventuais relacionamentos das mais diversas naturezas entre si. Tudo de forma colaborativa, no bom estilo web2.0. Tudo isso amplamente amparado pela figura de um gestor de redes (este humilde interlocutor que vos fala) e por diversos líderes de redes e de comunidades que surgirão naturalmente dos nossos quadros e se promoverão, realizando plenamente nossa missão. :)
Estaremos, como reza o nosso lema, “realizando o jogo das redes”. Ganhando musculatura social e profissional, cada um na sua praia particular.

Se ainda assim, estiver difícil de entender, talvez seja melhor declinar ao meu convite… eu saberei entender. Caso contrário, seja bem vindo ao jogo das redes! Façam suas apostas.

PS: Atendendo a pedidos, e já começando a colaborar, usem seus convites extra (lembrem-se: cada convidado tem direito a até 3 acompanhantes) para trazer mulheres (inteligências femininas, para ser mais específico) para a nossa comunidade (basta indicá-las no comentário deste post) - já estão dizendo por aí que isso aqui é o novo Clube do Bolinha!!! Credo! Longe de mim pensar uma coisa dessas!!! Rs

Grande abraço!

Wagner Fontoura

Popularity: 4% [?]


19 junho, 2007 por Wagner Fontoura

“Qualquer um pode ser relevante no momento; basta ter audiência. Mas o momento muda e o refinamento acontece, passo a passo, à medida em que vamos entendendo o que e quem vale a pena ler, ver ou ouvir. E trata-se de um processo educativo para todos.” Silvio Meira, G1.

Achei muito oportuno os convites que recebi, pela ordem, do EvandroNunes e depois do Rafael Maciura para tratar aqui sobre o tema que nomeia esta postagem - se é mito ou realidade a tal concorrência na blogosfera. Antes de tudo, obrigado a ambos pela indicação do meu nome para dar prosseguimento ao meme.

Ainda hoje pela manhã, lendo o artigo do Silvio Meira, no portal de nótícias da Glogo.com, que me foi linkado pelo amigo e parceiro José Luiz Quintella (iPixel), me vi ruminando o pensamento de como é avassalador tudo isso o que vem provocando o advento da transformação dos blogs em instrumentos de massificação de conteúdos - sejam estes de que natureza forem!

Apesar de - e indiferente a - todo choro e ranger de dentes que ouçamos ainda pelo mundo afora, a versão atual da web (2.0) já mostra sinais de acomodação e de que “não estamos indo para o caos puro e simples, e sim para um mundo muito mais diverso, sofisticado e complexo… e mais, bem mais difícil de entender e administrar”, conforme relata o Silvio Meira no artigo acima citado.

Nada mais natural que alguns dos precursores desse movimento blogger habilitem-se e às suas ferramentas (blogs) para o comércio eletrônico de produtos, serviços, idéias, conceitos e até de influências - por que não? É a velha mídia (que de nova já não tem mais nada mesmo) se manifestando de variadas maneiras.

Daí à pressuposição de que quem chegar na frente beberá água limpa e que para se destacar é preciso “engolir” os naturais contentores que logo se apresentam, nada mais humano e natural. A blogosfera é, dentre outras coisas, um mercado já estabelecido, como outro qualquer. E não é pecado isso. As pessoas vivem, dentre outras coisas, das receitas que são capazes de gerar naquilo que são capacitadas. Por que o escrúpulo?!
Se a concorrência é saudável ou não, se é aprazível ou não, nem vem ao caso aqui - mas tudo o que ela não é é apenas um mito. Mito é pensar que isso força a natureza da blogosfera. Ela apenas está crescendo e se desenvolvendo naturalmente. E preparem-se, pois ela não chegou ainda nem à sua adolescência; mal deixou de engatinhar (se é que deixou).

O que resta é que, mesmo considerando que apenas os mais fortes sobrevivam (o que, de novo, é absolutamente natural), a força desse novo instrumento possa vir, antes, da qualidade daquilo que nele for veiculado. E qualidade é uma característica que pode ser bastante subjetiva - dependendo dos ânimos de quem primeiro se apresentar para consumí-la. Quem poderá dizer o contrário?

Eu bem que gostaria de ler, dando seqüência ao meme, o que teria a dizer o Rafael Reinehr e o Guilherme (Papo de Homem / BrPoint) a esse respeito. Fica aqui minha deixa para os dois…

Grande abraço,

Wagner Fontoura

Popularity: 2% [?]


20 maio, 2007 por Wagner Fontoura

1ªSérie “Vida Inteligente na Blogosfera”
Artigo I, por Octavio Pitaluga*

“Fazer networking online é conectar-se com pessoas conhecidas (ou ainda não) e expandir sua rede de contatos a nível social e/ou profissional através das diversas ferramentas de networking online existentes no mercado. Elas são organizadas em seis diferentes categorias que se complementam, sendo que nenhuma delas é suficientemente completa, a saber: (1) fóruns de debate, ex. Yahoo Groups, (2) comunidades sociais ex. Orkut, (3) diretórios de negócios, ex. LinkedIn, (4) comunidades de negócios, ex. TEN – Top Executives Net, (5) gerenciadores de contato, ex. Plaxo e (6) comunicadores ex. Skype, MSN Messenger e GTalk.

 

O princípio básico é que todos os recursos necessários para o alcance das metas residem dentro da rede de negócios. Os profissionais devem desenvolver uma cultura de networking nos seus negócios e a criar uma parceria ganha-ganha com suas respectivas redes. Acreditamos que essa abordagem resulta em ganhos de longo prazo e numa relação custo/benefício bastante positiva.

 

As principais oportunidades oferecidas pelo networking online são a velocidade e facilidade de acesso a pessoas, recursos, conhecimentos e experiências diversas ao nível local ou internacional. Estando disponível 24 horas por dia a um custo mínimo. Com o barateamento da tecnologia e um melhor entendimento do poder das redes de negócios, um número cada vez maior de pessoas se beneficiará. Entretanto, como em qualquer atividade, a confiabilidade entre os membros é primordial para a integridade do sistema. Para tanto, podemos buscar referências dentro da própria rede quando iniciando uma comunicação com um profissional desconhecido até aquele momento.

 

Todos os recursos necessários ao sucesso encontram-se nas redes. O Networker deve refinar a sua proposta de valor e comunicá-la de forma clara, objetiva e transparente nas principais plataformas de sua preferência. Esse é um processo de aprendizado contínuo e que precisa ser amadurecido na medida em que a rede experimenta e testemunha essa proposta de valor através do tempo. O profissional precisa desenvolver uma metodologia própria de ativar e adquirir o saudável hábito de expandir a sua rede na busca pelos recursos que lhe permitam atingir as suas metas de forma planejada.

O mundo corporativo em geral é cercado por diversas redes de negócios, e.g, clientes, fornecedores, aliados, governo, mundo acadêmico etc… O networking online permite que se alcance as pessoas e se desenvolva um contato inicial rapidamente que pode levar a uma parceria positiva. Normalmente, isso é feito de forma passiva visto que as grandes corporações são muito assediadas pelos demais atores. Com uma gestão efetiva de redes de negócios, os executivos desenvolvem suas habilidades como networkers e passam gerir suas respectivas redes na busca pelos recursos que permitam a empresa alcançar suas metas corporativas mais ambiciosas num menor espaço de tempo e com menos desperdício de capital.

 

O networker online iniciante deve ler artigos relativos a esse tema, escolher suas ferramentas de networking online, convidar seus amigos e conhecidos a se conectarem, apresentar uma clara e única proposta de valor a comunidade virtual e liderar servindo a sua rede de contatos.

 

Uma conexão online é inofensiva e pode ser quebrada em qualquer plataforma a qualquer momento. Entretanto, é sempre recomendável manter uma certa reserva com sua vida pessoal. Vale verificar as referências previamente das pessoas que se aproximam, principalmente, quando o contato caminha para o mundo real. Para tal, defina seus critérios e tenha uma forma de avaliação própria para cada oportunidade.

 

O mapa da mina é bem simples. Uma vez feito o contato via diretório ou comunidade online, podemos rapidamente evoluir para um contato telefônico ou mesmo via diversos comunicadores disponíveis, e.g., IMs em geral além de Skype e Google Talk. Em seguida, é imperativo desenvolver a confiança no mundo real. Para tanto, os eventos de networking corporativo podem funcionar como excelentes aceleradores. Todos merecem uma chance justa de apresentar sua proposta de valor.

 

As comunidades online são essencialmente ferramentas desenvolvidas na web. Seu valor é dado por um controle do seu conteúdo, que é feito por algumas delas, mas, infelizmente, não por todas. Em essência, o que vale é o valor humano que cada um decide apresentar no mundo virtual. E essa é uma escolha de cada de um de nós. O máximo que as comunidades podem fazer é banir aqueles que não seguem o seu código de ética.

 

Como um dos exemplos de sucesso das ferramentas de networking online Vários. Exemplifico a compra do Skype pelo E-Bay no ano passado pela “modesta quantia” de três bilhões de dólares justamente por que cada um dos seus 20 milhões de usuários fiéis e diários foram avaliados em USD 150/cada. Portanto, as comunidades criam um senso de fidelidade à marca e já estão sendo levadas em consideração na avaliação de empresas. A pergunta que cada CEO deve ser fazer é “quanto vale a minha comunidade e quão próximo estou da mesma?”

Acredito que estejamos ainda na infância do networking online. O mundo possui cerca de 6.5 bilhões de habitantes e o LinkedIn que é o maior diretório (não comunidade) de negócios online conta com cerca apenas 10 milhões de executivos sendo 300.000 Brasileiros. Acredito que o potencial de alcance das ferramentas corporativas seja ao redor de 650 milhões de executivos. O mundo corporativo ainda deve aprender a usar dessas ferramentas para criar o sentido de comunidade ao redor de sua marca e manter uma seqüência de contatos em ambos mundos, virtual e real.

 

O principal fator a ser superado no Brasil é a falta de confiança. Infelizmente, ao contrário do que acontece em economias mais ricas, no Brasil, as pessoas não confiam umas nas outras por definição. Precisamos quebrar esse paradigma cultural com transparência e atitudes diferenciadas de valor. Não existe como se esconder no mundo do networking online e as ferramentas podem ajudar nesse sentido. Se sua proposta for verdadeira e nobre, a rede se encarregará de enriquece-lo naturalmente. Do contrário, casos como os da Enron acontecerão independentemente do tamanho da organização.

 

Acredito que existirá uma consolidação entre os principais atores, surgimento de novas funcionalidades nas ferramentas atuais, uma maior adesão dos profissionais as mesmas e a inclusão do conceito de comunidades online e da presença do CNO – Chief Networking Officer no mapa das corporações modernas que se desenvolverão dentro do modelo de empresas ágeis, virtuais e organizadas numa rede confiável.”

Octavio Pitaluga
TEN - Top Executives Net / Net-bridges

CNO - Chief Networking Officer

tel: + 55 (21) 2235-8721
cel: + 55 (21) 8121-2770

(*) Octavio Pitaluga é coach internacional de negócios certificado, palestrante, treinador e colunista. Tem relevante presença no mundo de plataformas de networking online com elevado número de contatos e testemunhos no Brasil e no exterior. É o gestor da TEN Top Executives Net, comunidade confiável de negócios online focada em fazer a ponte e acelerar oportunidades entre o Brasil/América Latina e a comunidade internacional. No mundo corporativo teve passagens pelo Grupo Tele2 Europe como Diretor de Marketing e Vendas Europa da subsidiária de processamento de transação eletrônica, 3C Communications, responsável por operações em até 17 paí­­ses e quatro unidades de negócios na Europa Ocidental. Trabalhou também na Seara Alimentos (Grupo Cargill) e Kanematsu do Brasil. Possui MBA pela RSM Erasmus University, Holanda e especialização em Comércio Exterior pela UFRJ/ECEX. Possui formação acadêmica e experiência profissional em comércio exterior e em marketing de tecnologia com exposição internacional de negócios em mais de 25 países. Idiomas: Português, Inglês, Espanhol e Japonês (intermediário). Lazer: amigos, famí­lia, viagens, cavalos, questões multi-culturais, cinema, dança, música e atividades ao ar livre em geral.


Popularity: 2% [?]


15 maio, 2007 por Wagner Fontoura

Duas matérias da Revista Veja dessa semana me chamaram especial atenção pelos reflexos que terão no médio e longo prazo na nossa sociedade.A primeira delas, assinada pela Monica Weinberg e pelo Carlos Rydlewski, falando sobre como a tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa para facilitar o aprendizado - embora não pelas razões que muita gente acredita.

A segunda, do Rafael Corrêa, mostrando como a versão doméstica das impressoras 3D que fabricam objetos saltará da ficção científica para as nossas mesas de trabalho.

Ambas com potencial revolucionário!

Há pouco mais de 2 anos atrás, enquanto ainda começava a pesquisar mercados para o Projeto Boombust e ainda pensava em gerar conteúdo próprio para os cursos de empreendedorismo que desenvolveríamos, o que nos levou a abandonar esse formato (o de gerar conteúdo próprio) foi exatamente a rápida percepção de que qualquer que fosse o teor desses conteúdos, no dia seguinte eles já estariam obsoletos, dada a velocidade com que as tecnologias e a ciência vinham se reinventando a todo momento.

Também entendemos já naquela época que os modelos de cursos tradicionais (como os cursinhos de informática ou de idiomas) estariam rapidamente ultrapassados, atropelados pela tecnologia, por conceitos de escola virtual, interativa, colaborativa, etc. ..

As promessas de então (e estamos falando de apenas míseros 2 anos atrás!) eram, sobretudo:

  • A multifuncionalidade dos celulares
  • O escancaramento da intimidade das pessoas com o advento dos blogs
  • A nanotecnologia prometendo revolucionar as ciências e os meios de produção tecnológicos
  • O aumento significativo da expectativa de vida e o conseqüente envelhecimento da população
  • A guerra contra as doenças com medicamentos e tratamentos revolucionários
  • A tendência de surgimento de mega centros metropolitanos
  • Os avanços da medicina estética
  • O fim da era dos empregos estáveis
  • O surgimento da escola virtual, com base na popularização das tecnologias
  • O foco da educação com base na formação de empreendedores de negócios em todas as áreas
  • Música e TV disponibilizadas na rede
  • A confirmação da China como potência mundial e a aceleração dos processos de desenvolvimento do Brasil
  • As guerras anunciadas pela água e por combustíveis alternativos

E aí você já deve estar se perguntando: onde é que está a novidade? Tudo isso já é velho - certo? Sim. Hoje. No final de 2004, início de 2005 muitos desses assuntos pareciam uma “viagem” ainda futurista!Máquinas pessoais de fabricar coisas como as anunciadas pela Veja?! Como assim? Fala sério!

Viver 100 anos naturalmente? 120?! Piração! Juro que ouvi várias vezes de pessoas moderninhas que isso era papo de lunático. “A escola não vai acabar não. Nem o emprego.” diziam sem entender nem enxergar bem aonde chegaríamos.

Hoje, lanchando com meu filho mais velho, que na época me ajudou muito nas pesquisas e na concepção do modelo de negócio que desenvolveríamos nos 2 anos seguintes, demos boas risadas juntos ao lembrarmos da cara de algumas pessoas dois anos atrás quando falávamos de coisas como “a maquininha de produzir diversas outras coisas em casa”.

Escutem bem e prestem bastante atenção: Nossos netos (e dependendo da sua geração, seus filhos ou ainda nós mesmos) não estudarão em escolas como as que conhecemos hoje. Seu conteúdo se originará em bancos de dados que se renovam segundo a segundo com informações e conteúdo global; nossas escolas não terão bancos, nem lousas, nem professores; nossos alunos não usarão caneta e papel; nossos diplomas terão, muitas vezes, o formato de contratos sociais; nossa escola será do tamanho do mundo! Nossos alunos terão de 10 a 100 anos e estarão lado a lado aprendendo, ensinando, empreendendo e crescendo juntos. Nosso universo não tem limites.

Tudo bem, o papel não acabou com a invenção do computador; nem as bibliotecas, nem as gravadoras, nem as vídeo-locadoras, nem muitas outras coisas. Provavelmente a escola convencional também não acabará. Mas terá seu papel relegado a uma dimensão menor, ou no mínimo diferente…

E quando isso acontecer, não seremos chamados de loucos, porque o nome disso é inovação, e não loucura. Não será nem mesmo uma revolução, mas uma evolução natural, plenamente factível e previsível. Hoje já não parece tão difícil entender - tenho certeza de que tudo já parece mais simples, comum.

:)

Popularity: 2% [?]


Fechar
Envie por e-mail