CLIQUE AQUI PARA ASSINAR O FEED DO BOOMBUST E MANTER-SE ATUALIZADO SOBRE NOVOS ARTIGOS DO BLOG - ASSINE JÁ!
Powered by MaxBlogPress 
3 February, 2008 por Wagner Fontoura

Prologue para projetos coletivos

Pleno domingo de carnaval e eu aqui, desde cedo, a cuidar das etapas concomitantes de alguns dos projetos web nos quais estou envolvido. Ainda ontem o Jobson Lemos, amigo ranzinza e parceiro de negócios, me puxava as orelhas porque, ao me dedicar ao mesmo tempo a várias frentes de trabalho, não tenho dado a devida dedicação aos negócios da carteira JL, leia-se Lojas Mercado Livre, (parcerias comerciais com os blogs HiTechLive, MeioBit, Trankera, Mundo das Tribos, Anderssauro e outras) Loja Submarino (leia mais sobre, aqui), Secundum (que, ao contrário do que pensam alguns, segue firme e forte nos seus propósitos) e “Mais Um” (…).

Acontece que eu sempre fui assim, multitarefa, por natureza. Só que tenho que concordar que já fui mais produtivo; aliás falei disso em 2 posts da semana passada, onde falei sobre coworking e sobre as atividades da Ca´bianca, do HiTech Live Blogs e do Nossa Via.

Por conta disso resolvi adotar uma ferramenta para a qual não dei muita bola quando fiquei sabendo da sua existência por post do Tiago Dória, mas que, voltando a ler sobre o tema no Download Squade minha ficha finalmente caiu quanto à sua possível utilidade na gestão de múltiplos projetos coletivos. Falo do Prologue.

prologue-screenshot.png

“Funciona como uma linha do tempo, onde um grupo de pessoas vai acrescentando informações sobre o que eles estão fazendo em um determinado momento… Cada integrante pode deixar anotado o que está fazendo no projeto, facilitando a comunicação e a realização de cronogramas, além de aumentar a produtividade.” [T. Dória]

O Prologue nada mais é do que um template especial para wordpress, que irei instalar no domínio que acabei de adquirir e que hospedarei na Insite, host que nos patrocina, sob a URL http://www.coworkers.com.br/ (também pode ser digitado “coworker” (sem o s) que será igualmente direcionado para a nova base de dados do blog). Ato contínuo, seguindo as funcionalidades do template (vide demo), os projetos “hospedados” serão todos classificados, cada um sob uma categoria específica, categorias estas que poderão ser seguidas pelos coworkers envolvidos nos referidos projetos (que também serão os autores do microblog, num formato muito parecido com o Twitter), seja via RSS específico da categoria (projeto), ou por autor(es) específico(s).

Um recurso disponível é tornar sua visibilidade pública ou privada, o que ainda não decidi como farei. Vejo vantagens e desvantagens em ambos os modos, mas confesso que gosto da idéia de “trabalhar a céu aberto”, com qualquer um podendo ver e acompanhar os nossos passos.

Como os microposts podem receber comentários externos, como num post comum da maioria dos blogs, isso pode promover uma espécie de fórum bastante interessante.

É claro que pode haver projetos cujos parceiros prefiram não expor seus passos, mas isso já é outra história a ser administrada; não sei ainda se há a possibilidade de tornar invisível a terceiros apenas algumas categorias, mas vou experimentar o desenvolvimento desse recurso, se é que já não há. Nos aquivos disponíveis para download não encontrei isso no código. Aparentemente toda customização básica é totalmente possível. Veremos.

Espero que isso torne não apenas a minha vida mais fácil e produtiva, mas as de todos os partners coworkers envolvidos em todas as nossos jobs.

Para usuários do wordpress.com o recurso agora é nativo, basta ser selecionado no menu Presentation.

coworkers.jpg

Fico imaginando as inúmeras aplicações dessa ferramenta não apenas em projetos profissionais, mas em empreitadas de pequenos grupos sociais, de forma pontual. É uma opção bem simples e legal, você não acha? Ou você acha que é coisa de geek?

Update:

Seguindo a dica do Fabio no seu comentário aqui, logo abaixo, (pelo qual lhe agradeço) confiram links de quem já está usando o Prologue:

Popularity: 40% [?]


16 September, 2007 por Wagner Fontoura

Sobre Inteligência Colaborativa e Relevância

Tenho trabalhado, dentre outras coisas, na edição dos registros originais da série “Blogosfera Brasileira em Debate“, preparando-os para receber [1] edição comum (leia-se PDF), [2] tradução para o inglês e espanhol e [3] arquivo público comum (leia-se Google Docs), com vistas a garantir [A] sua preservação e [B] maximizar seu alcance público. À medida em que vou evoluindo nesse trabalho me sinto tentado a todo momento a buscar releituras dos temas que mobilizaram aquele grupo de pessoas que se deu ao desafio de construir juntas um flash da blogosfera naquele momento. Praticamente apenas um mês se passou desde então e é incrível a velocidade com que alguns sinais profetizados pelos então debatedores já se materializam com mais ou menos força! Algumas dessas releituras ainda quero publicar aqui, provocando novos questionamentos e novos debates, mesmo que em menor escala. Da primeira já o fiz [A Nova Via dos Blogs na Mídia].

Quero estar com essa material pronto antes dos próximos BlogCcamps (as regiões estão todas mobilizadas e se mexendo) - inclusive para que outros possam se lançar a essas releituras tão oportunas.

Aproveito minhas madrugadas insones, os finais de semana, minha solteirice e o prazer que me dá poder participar dessa imensa massa colabotariva inteligente que é a blogosfera pra produzir, produzir, produzir - tenho adorado empreender em função da máquina de idéias produzidas aos terabytes na web colaborativa! Ainda assim me sinto tão aquém das possibilidades que surgem e das iniciativas realmente brilhantes que vejo sendo tocadas por empreendedores muito mais preparados do que eu - já lá na frente! Tenho referências na web que aprendi a admirar, a respeitar, a seguir, e a aproximação com essas pessoas contribui para o meu amadurecimento como usuário e empreendedor web. E quando essas pessoas (inteligência tão ao meu alcance, a 1 click de distância) acabam por se tornarem minhas amigas, parceiras, aí então é a realização do ideal de se construir uma verdadeira rede mista de trabalho, lazer, prazer, escola - que grande barato esses tempos!

Lendo dois artigos recentes de pessoas dessas que eu admiro e acompanho - ambos a respeito de um dos recentes empreendimento aos quais me lancei - a NossaVia, proposta de parceria de geração de conteúdo da Via6 à blogosfera brasileira - me sinto desafiado e, ao mesmo tempo me ponho imediatamente a ruminar conceitos ainda tão novos - não só pra mim mas, acredito, que para todos nós. Falo dos artigos publicados, pela ordem, pelo Gilberto Jr [O melhor da blogosfera é a descentralização - Prática] e pela querida Cris Zimermann [Centralizar a bllogosfera brasileira por que? - Virtual Entrepreneur].

Em ambos os artigos mencionados acima as supostas “institucionalização e centralização da blogosfera” são questionadas. Como contradizer impunemente dois ícones da blogosfera como Gilberto e Cris? Qual a melhor maneira de dizer que não concordo com isso, que me parece uma apropriação indevida de um conceito, de uma evolução natural da natureza da blogosfera?

O advento dos blogs como mídia de relevância não foi uma inveção das empresas - ao contrário, elas, antes, resistiram enquanto puderam a reconhecer esse fato. Fomos nós quem nos levantamos a dizer que podemos e desejamos sim ser reconhecidos como mídia relevante. Que é igual a dizer que o que falamos (postamos) tem valor, corência, faz sentido, que não estamos falando apenas para os nossos umbigos, mas pra quem desejar conversar conosco. Não foram os portais, as redes sociais, a imprensa quem nos disse isso - fomos nós quem levantou essa lebre.

Ninguém veio bater às nossas portas dizendo: vocês precisam ganhar dinheiro com seus blogs - fomos nós quem dissemos, em algum momento, “será que não poderíamos criar maneiras de trabalhar com o que gostamos de fazer e podermos viver disso? Não seria legal?”. Mas quantos de nós é capaz de conquistar espaços dessa natureza sozinhos? Onde estão esses meus pares que eu não os percebo pra que me sirvam de modelos? Exceções tão escassas! Há os que se organizaram… ah, sim - esses tem conseguido evoluir nessa trajetória. Prostituiram-se? Hummm. Não. Não, não, não! Eu respeito demais o trabalho do MeioBit, do InterneyBlogs, seu próprio trabalho, Cris. Há outros. Há outros caminhos de organização surgindo e criando oportunidades para os que, como eu, entendem que o progresso conspira a nosso favor - e parte significativa dele quem faz e promove somos nós mesmos - empreendedores, quando chamamos pra nós a responsabilidade de construir o nosso próprio futuro com ações firmes, concretas, corajosas.

Se a gente errar, conserta. Se a gente cair, a gente se levanta. Se prejudicarmos alguém inadvertidamente, ainda poderemos tentar reparar o mal que fizermos. Se doer a gente sopra. Se cansar a gente estará ganhando musculatura. Se tudo der errado, ainda poderemos recomeçar do zero quantas vezes for preciso. Somos humanos - o que pressupõe que podemos errar (é permitido e até desejável) - e somos jovens (nossa geração tende a passar dos 100 anos de vida útil!!! Duvida?!). Podemos querer dinheiro, reputação, divulgação, status, ou simplesmente um lugar ao sol, trabalho, respeito, dignidade, tanto faz - mas não precisamos necessariamente de “uma causa” única - isso me parece tão ultrapassado, tão velho! Precisamos de coragem, de força, de ousadia, de iniciativa, de gás, precisamos de amor-próprio - disso estou certo que precisamos.

Essa história de que cada um tem seu blog e seu blog é o seu mundo não cola em mim. Meu mundo é maior que meu blog pessoal. Meus ideais, meus sonhos, meus projetos, minha força, meus objetivos são maiores que meus blogs pessoais juntos; a blogosfera não é o mundo - é um nicho; não estamos sós no mundo; não inventamos as regras, mas podemos servirmo-nos delas para crescer e deixar nossa contribuição pessoal e coletiva.

Estamos sim reinventando o jogo, criando uma nova forma de produção, de comunicação, de relacionamento (mas a anarquia, como qualquer outro modelo ultrapassado, não me serve - obrigado, dispenso.). Mas não podemos medir os nossos esforços nem as nossas conquistas pelas mesmas métricas que combatemos. Temos que apresentar algo para as substituir - e é o que vejo que estamos fazendo.

Não veremos “um blog centralizado” criando relevância, mas vários, de diferentes formatos, com diferentes propósitos. Redes de blogs como as que já há, blogs coletivos, blogs institucionais corporativos, blogs de diferentes mídias, blogueiros a serviço de diferentes atividades profissionais - abram os olhos, eu não estou inventando a roda, só falo do que já está à vista, do que já me alcança! Não estou profetizando nada, estou narrando fatos evidentes! Nosso mundo não se resume a iniciativas isoladas, individuais - muito menos a ferramentas isoladas (eu quero todas ao dispor do meu trabalho - wikis, fóruns, redes, blogs, listas, todas).

E isso não é deter a posse da relevância nem dominar o mundo - é só construir com as próprias mãos o presente, com os olhos fixos no futuro e na sorte. E eu não estou só.

Grande abraço! A semana promete… ;)

Wagner Fontoura

 

Popularity: 6% [?]


6 August, 2007 por Wagner Fontoura

abre.jpg

Dois dos blogueiros que habitam minha lista de RSS´s acabam de ser premiados pela Revista Info Exame de agosto como Campeões da Inovação. Fábio Seixas (Empreendedores) e Silvio Meira (Universidades e Pesquisas).

Eis a lista completa dos premiados, por categoria.

Internet

EMILIANO DE CASTRO
BERTHIER RIBEIRO NETO
LUIS FRIAS
MAURÍCIO RICARDO QUIRINO
ANTONIO TABET
JOÃO MARCELLO BÔSCOLI
BILLY UMBELLA
GILBERTO MAUTNER
STELLEO TOLDA
GILBERTO GIL
Empreendedores JAIRSON VITORINO
GUILHERME COELHO
ROBERTO UGOLINI NETO
FÁBIO SEIXAS
RAFAEL SIQUEIRA
EDSON MACKEENZY
SIMONE GOLTCHER
RENATO SHIRAKASHI
ROMERO RODRIGUES
CLÁUDIO FERREIRA FILHO

Governo

FERNANDO PIMENTEL
LUIZ FERNANDO DE SOUZA, O PEZÃO
GUSTAVO MAZZARIOL
CEZAR ALVAREZ
ANDRÉ KULCZYNSKI

Universidades e pesquisas

JOSÉ ANTONIO BRUM
SILVIO MEIRA
SANDRO DE SOUZA
TEREZA CRISTINA CARVALHO
CARLOS NEPOMUCENO
JOÃO MEIDANIS
CHAO LUNG WEN
JUN OKAMOTO
MARCELO KNÖRICH ZUFFO
RENATO SABBATINI
Empresas

MÁRCIO CARVALHO
CLAUDIO HADDAD
JEAN PAUL JACOB
HÉLIO ROTENBERG
FREDERICO WANDERLEY
LAÉRCIO COSENTINO
FLÁVIO JANSEN
JAIR RIBEIRO
MAURO DE SALLES AGUIAR
AMOS GENISH
ROGÉRIO SANTANNA
LUIZ FERNANDO PINTO MARIANO
RENATO MARTINI
CELSO TORQUATO JUNQUEIRA FRANCO
VITOR ALMEIDA MACHADO

Em seu blog, Silvio Meira faz menção a Peter Drucker, que “ensinava que inovação não é ciência ou tecnologia, nem pesquisa ou desenvolvimento. Inovação é sociedade & economia, é mudança de comportamento de pessoas, fornecedores e consumidores. às vezes, fornecedores e consumidores de tecnologia. mas pode muito bem ser de modelos de negócio, de processos…”

Também foir relacionado na lista nosso bom e velho conhecido Renato Shirakashi, reconhecido pelo sucesso em que se transformou a Via6 - nosso point predileto quando o objetivo é encontrar amigos blogueiros e profissionais interessantes das mais diversas áreas.

Parabéns aos agraciados!

Grande abraço,

Wagner Fontoura

Popularity: 3% [?]


25 July, 2007 por Wagner Fontoura

Tenho 39 anos, 21 dos quais empregados a serviço de empresas dos mais diversos portes, sobretudo nas suas gestões estratégicas - do planejamento à execução das suas táticas operacionais. Sou pai de 2 jovens já deixando a adolescência, co-gestor de uma família formada por 4 pessoas e alguns “agregados”. Nesse período joguei pra dentro da “mochila” conteúdo (mesmo que parcial) de 5 escolas de ensino superior e 2 de especialização nas áreas de administração de empresas, economia administração de negócios e logística. Empreendi em alguns negócios próprios (6 pra ser exato), experimentando de todas as dificuldades impostas pelo “Custo Brasil” e pelo custo da total falta de foco da minha formação acadêmica e familiar no empreendedorismo. Aprendi bastante coisa à base de bater muito com a cara na parede. Empreendo há exatos 2 anos e meio um projeto que me levou a criar este blog - o Boombust - para construir alguns cenários necessários à implementação plena deste projeto e hoje, depois de ter passado por tudo isso, virei blogueiro num momento em que até os paralelepípedos das calçadas lá fora já percebem que os blogs, a cada dia que passa, surgem como uma importante ferramenta de comunicação social. Tudo isso posto, e não obstante, ainda me sinto - não raro - inseguro e despreparado para discorrer aqui sobre temas os mais diversos, seja por falta de domínio ou excesso de zêlo com a (nem tão) pequena (assim) mas seleta comunidade de leitores que me prestigia diariamente com sua atenção e com o debate por intermédio dos seus comentários nas postagens aqui veiculadas ou levados aos seus próprios blogs.

E aí vem o Ricardo Cabianca, blogueiro e profissional da área de comunicação, propondo que discutamos as nossas responsabilidades de blogueiros em relação às informações que veiculamos em nossos blogs…

Transformado o tema num meme (ou viral), blogueiros muito mais tarimbados do que eu - alguns deles jornalistas, profissionais das áreas de educação, de comunicação, financeira, de informtática / tecnologia, de direito e outras têm se posicionado de forma até aqui unânime quanto ao novo e evidente poder de influenciar do qual se revestiram blogs de grande audiência. E também quanto à responsabilidade que se associa ao blogueiro que não raro serve ao seu público como única ou principal mídia de informação.

Dizer que a liberdade de expressão nos torna ainda mais responsáveis pelos resultados do que publicamos nessas ferramentinhas poderosas em que se transformaram nossos blogs é cair na vala cumum. Mas é fato.

Imagino (e percebo nitidamente) o próprio mercado agindo com sua mão forte, separando o trigo do joio - aquilo que o serve daquilo que lhe diz absolutamente nada.

Mas nada muda o fato de que, seja qual for o público alvo das diversas categorias de blogs, é óbvio que mais cedo ou mais tarde colheremos os resultados daquilo que pregamos - seja pelo conteúdo ou pela forma como o veiculamos. Há que se ter bom senso e fazer as apostas certas. Não é porque o grande público se comporta com base no conceito de “manada” que se deixará iludir e ludibriar por conteúdos nocivos à sua integridade. E sempre que isso acontecer, haveremos de pagar o preço - como, de resto, em tudo nas nossas vidas.

Podemos até dizer (ou postar sobre) o que quisermos, sabendo, não obstante, que certamente “pagaremos o preço”. Porque é igualmente certo que a sociedade organizada nos apresentará a conta sempre que ela também se vir forçada por nós a pagar o preço de seguir os caminhos que indicarmos em nossas postagens. Como, ainda, e tambem, os nossos públicos e o mercado não são ingênuos e saberão nos premiar (ou nos punir) por seleção natural. É como eu tenho dito - nem há lugar nesse mundo para todos os melhores; o que nos leva a crer que apenas os mais fortes sobreviverão. Isso é mais velho que andar pra frente. Os mais fortes, inclusive, no que diz respeito a comportamento ético e responsabilidade social. Não. Esse papo de ética e responsabilidade social já não é mais papo de “verdes” e “bichos-grilo”. Alguém aí ainda duvida disso?

Gostaria muito de ver, mantendo o espírito do viral, alguns dos muitos blogueiros que admiro mas com os quais ainda não tive a oportunidade do convívio mais próximo - como o que já tenho com muitos outros. Por isto, mesmo correndo o risco deles nem ficarem sabendo do meu convite, lanço a bola para Noronha , Alexandre Fugita e Dori Prata. Ah, e pra amigas blogueiras e experts em responsabilidade social Samantha Shiraishi e Elivete.

Grande abraço!

Wagner Fontoura

Popularity: 4% [?]


12 July, 2007 por Wagner Fontoura


Texto enviado por José Luiz Quintella lá no Boombest, que como ainda é “restrito” apenas aos beta-testers, decidi tomar a liberdade de tornar público aqui no blog.

O José Luiz é sócio da iPixel e do Projeto Boombust.

“Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: Estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos.

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia.

Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: “- Bem-vindo ao Venetia!” Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.

No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite começou a pensar que estava com sorte.

Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um.. Que noite agradável aquela!

Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: “Sua marca predileta de café. Bom apetite!” Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.

Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. “Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?” Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista Havia perguntado qual jornal ele preferia. O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor.

Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal. Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!!!

Lembrando que: Esta mensagem vale também para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, casamento) enfim pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe. Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia que na maioria das vezes passam despercebidos. Recebi por e-mail. Autor não informado.”

logo-ipixel.jpg

Popularity: 2% [?]


FireStats icon Powered by FireStats
Fechar
Envie por e-mail