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2 June, 2008 por Wagner Fontoura

Nossa Via de cara nova

Samantha Shiraishi, Editora-chefe Nossa Via“Vejo o Nossa Via com um bar. Não qualquer um, aquele da turma, o Q.G., onde vamos porque gostamos do menu, porque os garçons nos conhecem e porque sempre vamos achar os amigos por lá. Um, outro, vários, mas sempre a nossa turma.”

O Nossa Via mudou. Eu poderia dizer que está a cara da nova editora-chefe, a indefectível Samantha Shiraishi, a qual vem coordenando com a maior tenacidade a edição de conteúdo desde que assumiu, lá atrás, esse papel no blog.Poderia dizer também que está a cara do Helton Kuhnen, nosso editor de tecnologia e coordenador técnico, que foi quem editou o template novo. Está mesmo com a cara dos dois, mas eu diria que, na verdade, está agora, mais do que antes, com a cara do seu público-alvo, aquele para quem foi desenvolvido durante as últimas semanas. Bonito, clean, inteligente, amigável, privilegiando o conteúdo e a interabilidade.

Pra quem dizia que conteúdo pra blog tem que ser curtinho e cheio de humor fácil porque senão não emplaca, tenho más notícias: a audiência do Nossa Via vai muito bem, obrigado. Seguindo a linha de textos inéditos e de conteúdo relevante, muitas vezes denso, conquistamos um público inteligente, fiel, muito participativo. Significativo também do ponto de vista quantitativo - a ponto de já atrair a atenção de anunciantes em publieditoriais e outras formas de mídia publicitária.

Do lado de dentro, é chegado o momento de consolidar o modelo de negócio do site, já maduro e estabelecido. Será o próximo passo, desejado desde o início mas só agora em condições ideais de implementação.

Ainda hoje postei no blog da Riot sobre como uma nova linguagem e novos modelos de negócio têm revolucionado a mídia no Brasil e no mundo, criando novos padrões e novos dessafios para os quais vimos nos preparando desde que entendemos nossa missão de fazer acontecer aquilo que, se a alguns parecia o óbvio, para muitos parecia improvável: a convergência das mídias social e tradicional.

Que conflito entre jornalistas e blogueiros que nada, tudo balela, remar contra a correnteza. Conceitos como coworking, jornalismo cidadão e colaborativo, fazem hoje das mídias sociais um bom negócio, e  ponto. Quem sabe faz, quem não sabe esperneia ou joga pedra. E enquanto os cães latem, a caravana passa…

Popularity: 11% [?]


23 May, 2008 por Vinícius Mont Serrat

BlogLease - releases para blogs

Olá! Meu nome é Vinícius Mont Serrat, sou blogueiro do Sucesso!! e este é meu primeiro post no Boombust.

Estou aqui para me apresentar como mais novo “sócio ” da dupla dinâmica Wagner Fontoura e Helton Kuhnen e apresentar nossa mais nova empreitada.

O BlogLease - releases para blogs

Se você não sabe o que é um release, sugiro que comece lendo uma definição na Wikipédia antes de seguir com a leitura desse post.

O BlogLease será um blog de distribuição de conteúdos relevantes através de releases patrocinados por quem queira (anunciantes) para aqueles que chamamos de “blogs da cauda longa” - pequenos e médios blogs que, juntos, abrangem um grande número de leitores.

O formato do BlogLease:

O BlogLease será formado por 4 áreas principais :

  1. uma área de exibição de releases diários,
  2. uma de cadastro de parceiros que queiram receber newsletters com esses releases ainda antes de serem publicados,
  3. uma área de assinaturas de feeds em diversos formatos e
  4. uma área pra quem ainda não tem e quiser se habilitar a ter um blog, na rede do BlogLease - a NetLease.

Os Serviços:

A distribuição de conteúdo inédito para parceiros e em seguida disponibilizado na página principal do blog é o serviço principal do BlogLease.

A criação de novos blogs para quem queira fazer parte da rede do BlogLease - a NetLease - visará o óbvio:

criar novos canais para aqueles que desejarem produzir conteúdo de qualidade, com atualização freqüente.

No que estamos apostando?

De novo, como em todas as iniciativas nas quais nosso grupo tem empreendido, apostamos que os blogs são ótimos canais de mídia, mesmo aqueles que não conquistaram ainda grande visibilidade, se considerarmos suas audiências somadas.

Vamos apostar nesse público, buscar nas fontes (as agências e anunciantes diretos) material de qualidade, e disponibiliar esse material para “os desprovidos de patrocínio”!

Aliás, como plus, para aqueles que decidirem ficar hospedados na rede do Bloglease - o NetLease - também bancaremos todos os custos de criação dos seus blogs, hospedagem, edição, manutenção e tudo o mais.

Nossa Estratégia:

Vamos usar dos nossos acessos às principais agências de publicidade / mkt e a anunciantes diversos em favor da inclusão dos pequenos e médios blogs nacionais nesse mercado de novas mídias sociais, esperando assim estimular e promover o seu crescimento.

Como vamos tornar essa empreitada sustentável (nosso Modelo de Negócio)?

Iremos cobrar uma taxa de publicação e distribuição dos anunciantes (agências e/ou anunciantes diretos), que deverá ser compatível com o preço que normalmente pagam por 1 único post patrocinado publieditorial e, com esse recurso, vamos bancar a infraestrutura de gestão desse negócio;

Para manter os custos de hospedagem e de gestão do NetLease iremos associar os blogs da rede ao nosso sistema de lojas no Mercado Livre, que deverá ser capaz de gerar os resultados necessários à sustentabilidade da rede.

5 bons motivos para você se juntar a nós:

  1. Ter acesso a conteúdo (releases) até então restrito a blogs de grande audiência;
  2. Participar de campanhas publicitárias com grande potencial de viralização;
  3. Ter sua audiência maximizada por links relevantes de referenciação de outros blogs;
  4. Ter o seu blog sempre atualizado com temas que estarão em pauta na blogosfera;
  5. Participar de uma rede de interesses em comum, com todos os benefícios diretos no que isso implica;

Dúvidas que poderão surgir:

“Serei obrigado a ter um blog na NetLease se quiser receber os releases da BlogLease?”

R - Não. Os releases serão disponibilizados diariamente na home do BlogLease para quem quiser utilizá-los como fonte de notícias, indistintamente.

“Eu receberei para veicular algum post no meu blog sobre qualquer release distribuido pelo BlogLease?”

R - Não. A BlogLease não pagará para os blogs interessados postarem sobre os releases distribuidos. O que se espera é que, a partir dos benefícios gerados pelo trabalho em conjunto, que os blogs menores cresçam e se desenvolvam a ponto de conseguirem, com o tempo, isoladamente, ter audiência suficiente para atraírem anunciantes diretos e o interesse direto das principais agências.

“Haverá alguma exigência de contrapartida para ser um parceiro do BlogLease ou para ter um blog da rede NetLease?”

R - Sim. Para receber uma newsletter com os releases 1 dia antes deles serem publicados no Bloglease você precisa se comprometer a criar pelo menos 1 post com algum dos releases distribuidos (claro, desde que tenham a ver com o tema do seu blog);

já para ter um blog na NetLease, do tipo “www.seunome.netlease.com.br”, você precisará, como já disse ser portador de uma vitrine da nossa loja no Mercado Livre, que é como pretendemos gerar recursos pra custear a infraestrutura da rede.

Já se você não quiser receber previamente os releases nem ter seu blog na nossa rede, não haverá nenhuma contrapartida exigida nem qualquer restrição ao bom uso das informações veiculadas nos nossos releases no seu blog. Simples assim.

Qualquer outra dúvida que você tenha poderá ser respondida aqui mesmo. Basta que você a publique no campo de comentários, logo abaixo.

PS:

  • Para saber o que é um release clique aqui;
  • Para saber o que é um publieditorial, clique aqui;
  • Data de lançamento do Bloglease: 1º de julho

Grande abraço! ;)

Popularity: 23% [?]


19 May, 2008 por Wagner Fontoura

Por que apostar nas mídias sociais pode ser um bom negócio nesse momento:

Ontem à noite, aproveitando o final do domingo para colocar um pouco de ordem na minha agenda pessoal, me chamaram a atenção os registros que andei fazendo a respeito da verdadeira avalanche de atividades que têm movido o cenário das mídias sociais no Brasil. Desde que me mudei para São Paulo, em 20 de março passado, já partcipei dos seguintes eventos:

  1. Workshop na Editora Globo - Blogueiros falando para jornalistas sobre a linguagem das mídias sociais;
  2. Lançamento da Revista Feed-se - Uma revista impressa, escrita por blogueiros, no formato com que escrevem para seus blogs;
  3. Encontro de blogueiros que participaram da Blogagem Inédita proposta pelo Edney Souza - Num formato de Startupcamp, foram anunciados projetos web 2.0 como o Blgueiro Repórter, dentre outros;
  4. Newcamp - Desconferência entre blogueiros e jornalistas onde se discutiram as relações entre as mídias sociais e tradicionais;
  5. Lançamento do Brogui Blogs;
  6. Encontro de blogueiros com o country manager do Mercado Livre no Brasil;
  7. Workshop na PUC, onde blogueiro se apresentaram para alunos e professores de comunicação e mkt;
  8. Workshop na Unicid, onde blogueiros se apresentaram para jornalistas pós-graduandos em novas mídias;
  9. Café da manhã com a Microsoft - Onde blogueiros foram convidados para a apresentação e o lançamento do windows server 2008 no Brasil
  10. Recrutamento pela Riot de novos blogueiros, líderes e moderadores de mídias sociais diversas.

Só para essa semana que se inicia hoje estão previstos ainda:

  1. Encontro de negócios das redes digitais de relacionamento - Workshop promovido pela Bites e que reunirá estrelas de primeira grandeza do universo online no Brasil;
  2. Encontro de blogueiros com a  Google no Brasil, seguido da apresentação de projetos voltados para blogs e das instalações do Googleplex SP.

Concorrendo com tudo isso, e não por acaso, uma boa leva de blogueiros dos mais ativos iniciaram um movimento de se instalarem em São Paulo, de olho em toda essa movimentação em torno dos blogs.

Novas empresas e novos negócios voltados para o mercado que se forma em torno das mídias sociais não param de surgir a todo instante e as grandes editoras / grandes portais intensificam sua aproximação em relação aos blogs.

Alguma dúvida, ainda, quanto ao fato de haver algo de muito significativo acontecendo nesse universo das comunicações do Brasil e que os blogs tem muito a ver com isso? Não, né? Então esteja atento. A seguir, cenas dos próximos capítulos… ;)

Popularity: 31% [?]


27 April, 2008 por Wagner Fontoura

Como publicar publieditoriais em blogs

Nunca mais poderei olhar nos olhos do Che Guevara, pintados em uma camiseta vendida em qualquer banquinha, por ter falado da Microsoft? Oh, não…” [Sobre um mercado em evolução, Blog do Yassuda]

Mídias sociais - leia-se blogs, comunidades online, fóruns, podcasts, videocasts, fotologs e afins - são veículos dos mais diversos objetos pessoais e/ou profissionais. Ninguém precisa sair vendendo espaço em seu blog só porque agora é moda (e está comprovado que é possível) ganhar dinheiro com isso. Então, combinemos: se seu veículo não se presta, dentre quaisquer outros, a esse fim, não precisamos ficar inimigos; tá valendo também. Eu não chamo você de xiita, nem você sai por aí me taxando de porco capitalista, ok?

É natural que no Brasil, onde os blogs já existem há um bom tempo, mas a profissionalização da atividade de blogar é recente, muito se tenham batido as cabeças na busca de um formato ideal de veiculação de publieditoriais em blogs, tanto pelos blogueiros quanto pelas empresas que buscam se especializar em estratégias de publicidade para mídias sociais.

Ainda hoje encontro grandes anunciantes literalmente perdidos e assustados e “vendidos” com relação às melhores práticas de anúncios em blogs e noutras mídias sociais.

No mundo todo vêm se formando uma trilha no sentido de que se criem normas de boas condutas - em alguns casos já se começa, inclusive, a legalizarem-se essas normas formalmente - e no Brasil a discussão ainda se dá em torno da definição do que seria ético e aceitável e do que não que não seria. É o estágio básico, inicial e inevitável de evolução desse mercado que começa a se formar em torno desses novos canais de mídia.

Olhar pra mercados já (ainda que apenas um pouco mais) evoluidos que o nosso nos dá pistas de pra onde caminhamos. A wooma, entidade já mencionada por mim em outro post onde digo que as mídias sociais são (ainda) um pirão sem dono, uma espécie de associação internacional do “marketing de boca-a-boca”, apresenta uma proposta de padrão ético aceitável e, antes, desejável, para discussão, que já começa a ser adotado no Brasil por algumas empresas pioneiras nesse mercado. Esse modelo se resume a:

  • Honestidade no relacionamento entre as partes;
  • Honestidade na divulgação de opiniões nessas mídias que são tão opinativas nas suas essências;
  • Honestidade e transparência na divulgação do fato de se tratar de conteúdo patrocinado;
  • Responsabilidade sobre as informações transmitidas;
  • Respeito às regras já estabelecidas de conduta e às leis;
  • Integridade

Não obstante, e já objetivando dar os próximos passos, precisamos definir, além do que é ou não ético, definir também o que convém e o que não convém.

Vejo alguns blogueiros publicando seus publieditoriais e, ao final, disclaimers informando aos seus leitores o fato de estarem sendo patrocinados para emitirem suas opiniões, mas o fazendo de forma quase ridícula, como se pedissem desculpas pelo fato de estarem recebendo para trabalhar com aquilo que é o seu negócio: transmitir informação, gerando conteúdo relevante, associando a este a sua opinião, o seu ponto de vista. Como se receber por isso fosse desqualificar seu blog. Como se estivesse dizendo:

“Olha, eu estou aqui mentindo, falando de algo com o que não concordo, mas preciso sobreviver, tenho filhos pra criar e espero que você me entenda e não leve este post em consideração…”

Isso, certamente, tem contribuido para o pânico e o afastamento de uma boa massa de grandes anunciantes em potencial, que, logicamente, espera mais profissionalismo, sensatez e honestidade por conta dos contratados.

Normalmente o padrão buscado pelas agências ou mesmo pelos anunciantes diretos se divide entre blogs que têm um apelo quantitativo de audiência, aqueles que trazem um apelo mais qualitativo (independente do tamanho da audiência) ou ambos (quantidade de visitas, associada ao fato de trazerem outros replicadores e formadores de opinião).

Isso derruba o mito de que apenas blogs de grande visitação são desejados para anúncios. E reforça ações que incentivem a criação e qualificação de novos blogs, justificando a onda recente de criação de novas redes de blogs.

A mais recente iniciativa nesse sentido, o Brogui.com Blogs, pretende lançar mais de mil novos blogs e formar massa relevante de potenciais anunciantes, orientá-los adequadamente, preparar novos blogueiros para esse mercado que se abre com força e velocidade, de forma profissional, evitando os erros e cabeçadas já cometidos e dados por muitos de nós, que, por falta de alternativa, ao construirmos esse mercado, o fizemos por tentativa e erro.

Já há organizações descentralizadas suficientes no Brasil para que esse processo amadureça de vez, sem a necessidade da criação de nenhum tipo de organização centralizadora nesse sentido.

Uma regra básica facilmente aplicável  é a de que, se você veicula informação no seu blog e escreve para um público que vai atrás de relevância e conteúdo opinativo, nunca deixe de mencionar sempre que veicular conteúdo publieditorial. Mas o faça de forma inteligente, madura; informe que está fazendo um trabalho, veiculando algo que você acredita ser relevante para quem está lendo, deixando claro o seu ponto de vista.

Se o seu ponto de vista é altamente desfavorável ao produto ou serviço do contratante, seja honesto também com quem está lhe pedindo o serviço: diga-lhe o quanto sua opinião é desfavorável ao seu produto / serviço, agradeça, e não aceite o serviço, em vez de receber por ele e sair metendo o pau no anunciante, expondo-o ao ridículo de ter pago para lhe jogarem pedras. Isso seria estúpido; extremamente estúpido! Não basta ser íntegro com seu público leitor, é preciso sê-lo também com o anunciante.

Mesmo que o seu blog seja de humor, de entretenimento, seja um saco de piadas, você até poderia, nesses casos, negligenciar a informação de estar recebendo por um post (dado que seu público deve até esperar pelo escracho, pela lorota, pela zuação e não espera necessariamente que você preste qualquer tipo de opinião séria e relevante sobre o que quer que seja), mas não cuspa no prato que comeu detonando o seu anunciante, porque seria igualmente estúpido, por motivos óbvios.

Então o negócio é ser “chapa branca”? Claro que não. Já li posts totalmente coerentes, inteligentes, relevantes, mencionando pontos do produto ou serviços do anunciante com o qual o blogueiro não concordou ou do qual não gostou, apresentando sugestões de melhoria, de forma sensata e honesta. Apenas vale lembrar que, quando o cliente espera algum tipo de consultoria, ele informa antes; caso contrário, quando o objetivo da campanha é apenas veicular informação, não me parece razoável sair criticando de forma mais contundente o que quer que seja. No meu caso, informo aquilo que o cliente deseja divulgar, sempre que acho que pode ser do interesse dos meus públicos alvos nos mais diversos blogs sobre os quais tenho ascensão. Se não acho relevante, simplesmente não aceito realizar o serviço e pronto, não vou ficar mais pobre porque decidi ser coerente - muito pelo contrário, o mercado recohece o valor da integridade e da coerência, via de regra.

Bem… não espero com este post, obviamente, encerrar essa questão. Espero, antes, provocar o debate e o amadurecimento do tema, dado que o progresso na direção do estabelecimento das mídias sociais se dá a passos largos no Brasil e no mundo.

É isso aí! ;)

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7 April, 2008 por Wagner Fontoura

As mídias sociais encontram o caminho das pedras

No início do ano passado eu me vi pela primeira vez às voltas com o questionamento de “como as novas mídias sociais sobreviveriam no médio prazo”? Eu digo, com base em que tipo de receitas, à época se não inexistentes, pelo menos pra mim invisíveis, se sustentarão os blogs, as redes sociais, as então ainda mal nascidas ferramentas de vídeo, audio e outras mais?

Eu pensava: estariam essas novas mídias fadadas a nunca passarem de simples penduricalhos a serem absorvidos pelas mídias tradicionais, estas sim, com seus modelos de negócio amadurecidos, mesmo que, em alguns casos, já beirando a decadência?

Eu olhava para aquele modelito basicão de viver de links patrocinados - e não apenas os blogs mas mesmo as maiores redes de relacionamento do Brasil e achava aquele cenário desanimador. Cheguei, mesmo ainda imaturo, a postar várias vezes aqui sobre isso, meio que, na época, desafiando o senso comum, que a mim não parecia nem um pouco consistente.

Passado pouco tempo desde então, hoje vivendo plenamente das minhas atividades relacionadas a essas mesmas mídias sociais, chego a me surpreender com a velocidade com que a trilha para a consolidação destas como empreendimento relativamente lucrativos de negócio tem sido pavimentada por alguns pioneiros dessa frente no país.

Já não se pode dizer que apenas uma meia dúzia de poucos conseguiu se estabelecer através das suas atividades nesse campo das mídias sociais. Blogueiros viraram empresários, videocasters e podcasters também, algumas redes encontraram caminhos mais inteligentes de ganhar dinheiro e de ver retornados os investimentos de seus empreendedores, e todos os dias me deparo com novas iniciativas empreendedoras com bons planos de rentabilização das suas atividades nesse meio.

Ainda hoje postei sobre algumas dessas iniciativas com as quais tive contato nesse final de semana aqui em São Paulo, sob o título “O espírito empreendedor ronda as mídias sociais“, lá no Nossa Via.

A semana passada foi fértil em novos lançamentos bem estruturados, além dos mencionados no meu texto do Nossa Via.

O Wini, citado pelo Helton Kuhnen lá no HiTech, por exemplo, foi muito badalado e referenciado por diversos empreendedores e blogueiros, e discutido entre empresários do ramo como uma iniciativa bem bolada.

Dias antes o empresário e blogueiro Edney Souza lançava seu programa de afiliados - o InterneyShop - arrastando uma legião de apostadores no modelo multinível proposto e nas atrativas comissões oferecidas por ele.

O Jobson Lemos, mantendo sua tradição de oferecer constantes benefícios aos seus associados, até sorteio de dinheiro se propôs a fazer.

As mídias sociais vão encontrando na figura de alguns empresários que vêm se estabelecedo no ramo de tal forma que já não é raro ver, por exemplo, blogueiros  em número cada vez maior se dedicando às atividades de blogar profissionalmente e viver disso.

O “antigo” marketing viral vem evoluindo e sendo substituido por técnicas de “seeding” inteligentes e inquestionáveis. A guerilha dando lugar a formas mais inteligentes de chamar a atenção do consumidor mais esclarecido. São os melhores estrategistas de marketing fazendo escola no nosso país e criando uma cultura que, aos poucos, vai tomando corpo e dando corpo aos negócios.

Os grandes anunciantes encontraram o caminho de veicularem suas marcas às mídias sociais, depois de tanto questionamento a cerca de se seria ou não viável anunciar em blogs e redes sociais.

As mídias tradicionais aproximam-se cada vez mais das novas mídias sociais e os primeiros casamentos já se prenunciam.

É uma boa hora para você, que ainda não fez a sua aposta nesse mercado, fazê-la. Vá por mim. ;-)

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