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24 junho, 2008 por Wagner Fontoura

Mapeamento das Mídias Sociais no Brasil

“A cauda longa representa o fim (ou coexistência) daquele antigo mercado de escassez ou falta de opções, as quais limitavam as escolhas, para um novo e inexplorável mercado de abundância, sem precedentes, com inúmeras ou até mesmo infinitas possibilidades disponíveis.” Eduardo Favaretto

Em tempos de cauda longa, falar em top qualquer coisa na web é contar apenas um pedaço da história. É possível tirar uma fotografia do cenário de hoje, como a da imagem abaixo, mas não é verdade que aqueles que lideram as audiências na web e / ou os movimentos de negócios nessa área sejam mais relevantes ou importantes que a já enorme e crescente massa de players que a todo momento engrossa o caldo das mídias sociais no Brasil (e no mundo).

Assim caminham as mídias sociais no Brasil:

[Clique aqui para DOWNLOAD DA IMAGEM]

Na semana passada o Ibope lançou um estudo inédito sobre redes sociais, a partir de ferramenta própria de pesquisa que leva este mesmo nome (Redes Sociais). Um Levantamento mostrou que “campanhas on-line partindo de blogs ou outras redes sociais podem ter um impacto 500 vezes maior do que se as mesmas partissem dos sites das próprias empresas”. O Redes Sociais se propõe a trazer as seguintes informações:

# número de sessões/visitas por pessoa;
# número de domínios visitados por pessoa;
# número de páginas vistas por pessoa;
# tempo no computador por pessoa;
# duração de uma página vista, amostra total;
# universo de internautas ativos;
# estimativa do universo de internautas brasileiros;
# audiência de acordo com sexo, idade, escolaridade e ocupação.

Informações como estas, bem cruzadas e analisadas se tornarão um poderoso instrumento nas mãos de agências e, sobretudo, de grandes anunciantes em mídias, o que, até bem pouco tempo atrás, não passavam de infinitos pontos de interrogação na cabeça da grande maioria de nós. Hoje podemos afirmar, sem medo de errar, que sim, um novo mercado se abre para as comunicações no Brasil e no mundo e os grandes players da mídia chamada tradicional já se deram conta disso e o gigante já pôs seus motores em movimento.

Os grandes portais, as grandes editoras, as grandes agências de publicidade apontaram seus passos em direção às mídias sociais com apetite e vão costurando acertos aqui e ali, formando a nova colcha de retalhos que vai se formando a partir da mescla de conteúdo profissional e “amador”, na única linguagem que os novos websurfers (já se apresentando para o consumo, segundo o próprio Ibope afirma) sabem falar: a da interatividade.

Blogueiros e blogs de todos os portes ao longo da cauda longa da blogosfera nacional, acadêmicos, empresários de segmentos diversos de mercado, profissionais liberais, o próprio governo, empresas e, agora, institutos de pesquisas deram corpo a um vigoroso mercado, independente das diferentes leituras que cada um desses players faz desse tal mercado, segundo os seu interesses individuais e de grupos.

As oportunidades estão distribuidas sobretudo ao longo da cauda longa que já se formou pelos tantos blogs, independentes ou não, pela web afora. O momento ainda é “de beber água limpa”. Enjoy! ;)

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19 junho, 2008 por Wagner Fontoura

O Manifesto da Revolução Digital

“Eu sou guerrilheiro dessa revolução, e você?”

Se você não sabe a que revolução estou me referindo, antes de seguir aqui com a leitura, leia o que tem a dizer o Marco Gomes (foto), autor do manifesto que dá título a este post: Eu faço parte da revolução.

O Marco é a cara da revolução digital em marcha no Brasil e no mundo. Mas não é a única cara - antes que apareça algum engraçadinho querendo rotular o movimento provocado pela nova cultura digital de “A Revolução Geek”.

As mídias sociais estão modificando a cara da comunicação em todo o mundo e o Brasil exerce um relevante papel de protagonista nessa história.

Não temos ainda, como podem reclamar, a mesma cultura empreendedora norte americana, nem a mesma fixação que os japoneses têm por novas tecnologias, nem nossa internet representa para a publicidade o que já representa em países com a Inglaterra, mas concentramos o maior uso de redes sociais em relação ao restante do mundo.

Segundo o Ibope NetRatings, “em abril de 2008, 17,7 milhões de brasileiros navegavam em sites de comunidades na internet residencial brasileira, o que equivale a 78,2% dos internautas ativos no mês”. Onde se lê comunidades, entenda-se sites como o Orkut, o My Space, blogs, microblogs, salas de bate-papo, fóruns, grupos de discussão, mundos virtuais e coisas do gênero.

Acabo de chegar de um encontro com ícones das mídias sociais, promovido pelo Ibope na sua sede em São Paulo, onde foi apresentada por Alexandre Crivellaro - Diretor de Inovação do Ibope Media - e por seus pares, sua mais nova ferramenta de pesquisa e avaliação, chamada Redes Sociais, através da qual pretendem monitorar a reputação de marcas e produtos nas diversas mídias sociais. Diversos números foram apresentados na intenção de justificar o porquê de o Ibope entender que já não há mais como ignorar o fato de que uma verdadeira revolução comportamental se passa e que é preciso que dominemos o modus operandi do novo consumidor web Surfer.

Algumas agências de publicidade já desenvolveram ferramentas próprias e até mais completas nesse sentido, focadas no comportamento dos usuários da web, como o Radar, oferecido pela Riot aos seus clientes. Mas o Ibope fazê-lo e oferecer como produto é algo sintomático, sinal dos tempos. O grande desafio dos novos players nessa seara deverá ser vencer esse estágio ainda intuitivo para a maioria. Poucos já descobriram o caminho das pedras.

Zemanta Pixie

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17 junho, 2008 por Wagner Fontoura

Alpha Dogs - WTF?!

O conceito ‘Alpha’ se refere aos ‘Alpha Dogs’, formadores de opiniao que inundam a internet com comentários e conteúdo e muitas vezes se constituem em um veículo importantíssimo na construçao ou destruiçao da reputaçao de uma marca. O pessoal da Ogilvy mostrou uma pesquisa do eMarketer indicando que em 1997 as 3 maiores fontes de influência dos consumidores americanos eram, pela ordem, professores, líderes religiosos, família e amigos. Dez anos mais tarde, o 2o posto havia sido ocupado por “pessoas desconhecidas com experiência”, atrás apenas da família e amigos e na frente de professores, o que confirmaria o poder dos ‘alpha dogs’. 16/06 Luiz Alberto Marinho em Cannes. Continue lendo no Blue Bus.

Dica do Ricardo Cabianca [Blogueiro agora será conhecido como Alpha Dog], post onde você encontra, ainda, o que são os 5F´s da nova comunicação digital (essas letrinhas são coisas que nenhum consultor vive sem - rs).

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16 junho, 2008 por Helton Kuhnen

Vídeo Conceito do Firefox Mobile

Um dia desses estava pensando como poderia ser um Firefox for mobile , suas características e funções seriam melhores que os já existentes hoje: IE, Opera, Safari ? Eu que não uso mais o Internet Explorer há um bom tempo em meu portátil posso dizer que o Firefox é o meu predileto, sem dúvidas.

Na semana passada, AZA Raskin (chefe de experiências do usuário do Mozilla Labs) colocou um vídeo apresentando uma interface conceito… apenas como demonstração em seu blog, do Firefox Mobile. Uma das características que com certeza iriam continuar nesta versão seria o conceito de abas, facilmente acessível em uma linha na horizontal. A opção Favoritos também permanece, com uma pequena miniatura do site, ao clicar uma nova janela em formato de tela cheia é aberta.

Veja o vídeo abaixo e confira mais algumas das facilidades do futuro navegador Firefox Mobile:


Firefox Mobile Concept Video from Aza Raskin on Vimeo.

Via MobileCrunch

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16 junho, 2008 por Wagner Fontoura

Social Media, a revolução anunciada

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