“A tendência atual é de união de blogs – ao contrário da velha máxima que diz “dividir para conquistar”. Esta é a melhor alternativa viável de sobrevivência hoje ou ainda há espaço para carreiras solo?”
Eis o torpedo dirigido a mim pela “Menina Prodígio” da Blogosfera no seu Meme: Perguntas que não querem calar! Minha resposta é: Não sei! Só desconfio - pode ser? Posso falar das minhas suspeitas - serve?
Será que as mídias estabelcidas (as velhas e as novas) vão dar liberdade suficiente para os blogueiros permanecerem “bichos soltos e sem donos”? (Minha Pergunta Retrógrada nº1)
Será que haverá anunciantes em escala que pagarão pro blogueiro falar o que quiser a respeito dos seus produtos? (Minha Pergunta Retrógrada nº 2)
Será que temos blogueiros especialistas o suficiente em temas diversos e específicos para que formem-se nesse momento “grupos” de conteúdo relevante por todos os lados?
Será a relevância uma prerrogativa de blogueiros famosos da Cangaíba ou será que há milhares (MILHARES!!!!!!!!) de diamantes brutos blogosfera afora?
Será que um bloguinho e um violão são o suficiente pra falarmos do que quisermos, do jeito que quisermos, se quisermos e ainda termos a pretensão de viver desse troço? (Minha Pergunta das Mais Retrógradas Nº 3)
Será o fim do “eu futebol clube” ou do “eu absoluto” na blogosfera ou o império contra-atacará? (Pergunta tolinha)
Com quantos pirões se faz um banquete pra servirmos ao leitor comum (não geek)?
Será que ainda veremos bustos do Manoel Netto ou do Edney em praça pública? Será que antes disso teremos que enforcá-los ou crucificá-los? (Pergunta de Brincadeirinha, mas as outras são sérias, tá?)
É o que eu avisei, Cynara - eu não sou o homem das respostas, sou o das perguntas (ingênuas, cretinas, idiotas, tolinhas, retrógradas, de brincadeirinha - ou não). Não que eu queira confundir ninguém, eu só quero entender também.
Não obstante, enquanto vou colecionando perguntas (Tonobohn, também não tenho respostas pras suas - rs) vou fazendo meu trabalho solo e em grupos (sim, no singular e no plural - mas essa é apenas a minha opção de risco) - de forma absolutamente independente e complementar porque eu encontrei os espaços que me fazem feliz e me dão perspectivas aceitáveis de profissionalização. Mas meu caminho está repleto de deveres de casa (pessoais, profissionais e acadêmicos) - porque não existe almoço grátis…
Mas olha, o quarteto linkado aí em cima tem respostas boas à sua, às minhas e a muitas outras perguntas - eu aposto. Se eles quiserem responder ainda algumas das que eu fiz aqui, em resposta à sua, dando sequência a essa corrente (em caráter excepcional em função da relevância <eita palavrinha excomungada!> do tema) eu ficarei grato e feliz. Será que o Eric Messa também não toparia falar mais a esse respeito? Eu adoraria ouví-lo!
Grande abraço!
Wagner Fontoura
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